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Dinâmica do hinos ?

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Dinâmica do hinos ?

Mensagem  abnerram em 5/12/2013, 15:29

Os hinos, não tem a dinâmica que devem ser executadas, mas tem uma forma correta de executá-los, pois é claro que não é o hino inteiro que eu vou tocar fortíssimo ou piano, num é. 
  Minha dúvida é de como devem ser executados hinos utilizando uma forma de dinâmica ?? 
....tem irmão ( principalmente as tubas) que estalam o hino inteiro, isso com certeza está errado né.
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abnerram

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Re: Dinâmica do hinos ?

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 5/12/2013, 17:52

abnerram escreveu:Os hinos, não tem a dinâmica que devem ser executadas, mas tem uma forma correta de executá-los, pois é claro que não é o hino inteiro que eu vou tocar fortíssimo ou piano, num é. 
  Minha dúvida é de como devem ser executados hinos utilizando uma forma de dinâmica ?? 
....tem irmão ( principalmente as tubas) que estalam o hino inteiro, isso com certeza está errado né.
 A Paz de Deus, meu irmão!

.

Existem dinamicas naturais nos hinos que devem ser respeitadas. Toda música ao subir a escala, ela deve aumentar a intensidade naturalmente, ao descer a escala deve diminuir a intensidade. É o que chamamos de dinamica natural, essa regra vale para qualquer música executada ou hinos, inclusive os métodos. Isso faz parte da expressividade e interpretação. Deve ser feito nos hinos.

.

Não podemos esquecer que os fins de fraseados deve decair o som.

.

Também não se pode deixar de fazer a métrica musical, onde no compasso 4/4 o primeiro tempo é forte, o segundo fraco, terceiro meio forte e o quarto fraco. Observando que toda cabeça de compasso é tempo forte, independentemente da fórmula de compasso. Mas o forte da metrica musical não é o mesmo forte de uma dinamica de periodo e nem o mesmo forte da dinamica de fraseado. É apenas uma diferenciação em relação as outras notas do compasso.

.

Não podemos esquecer que cada marcação de arcada dos hinários, estão ali, indicando a sentido do talão, não é mero acaso, é justamente para que o som saia diferenciado quando fizer a métrica musical, porém, não é porque tem sinal de talão ou ponta que vamos começar na ponta ou talão, pois não é um sinal de região e sim de sentido de região.

.

Outro ponto importante é as terminações masculinas e femininas do compasso, nelas devemos fazer a diferenciação e nas masculinas devem terminar fortes e nas femininas devemos terminar fracos, decaindo o som.

.

Quando o ritmo for tético, devemos iniciar o som com firmeza porém deve ser forte, pois está a nota estara no tesis, assim como for protético deve iniciar com firmeza, porém fraco, pois a nota no asis.

.

Só esses detalhes já daria um bom trabalho a ser trabalhado. Pois são dinamicas naturais, são regras a serem observadas.

.

Outra coisa importante é que quando tiver uma sequencia de notas repetidas, devemos começar elas fracas e ir aumentando gradativamente a intensidade a cada nota repetida, isso da um colorido e um elemento de surpresa de expressividade onde todos ficam atentos para ver o que está acontecendo e prende a atenção, não fica aquela coisa chata e monota sem expressividade em notas repetitivas.

.

Também quando tem fraseados repetidos, devemos fazer um mais forte e outro mais fraco.

.

Devemos lembrar de respeitar a harmonia e respostas do contra-ponto, onde devemos diminuir a intensidade quando a bola não está com a gente, para ficar evidente a resposta de outros instrumentos, assim como eles devem respeitar o naipe no caso os sopranos que estão com a melodia e devem tocar mais baixo para o soprano aparecer e prevalecer, pois em geral é a voz principal no caso do nossos hinos.

.

Devemos tocar de uma forma que escutamos o nosso companheiro de naipe, no caso os nossos irmãos violinistas e temos que prevalecer por seremos a voz da melodia, mas não podemos deixar de ouvir as outras vozes, pois é fundamental escutamos a ritmica e a harmonia para não sairmos fora do andamento e haver uma comunicação para que a orquestra fique introsada e no ritmo certo, pois principalmente quando não se tem percursão, ficamos meio que desprotegidos ao fazer a contagem e sofremos um pouco mais com a ausencia da percusão e do contra-baixo que da a firmeza e faz a cama certinha para o naipe de cordas, da uma sensação de relaxamento.

.

Quando voce diz sobre a dinamica não escrita nos hinos, voce se refere exatamente é a dinamica de periodo, porém como eu disse mesmo que não tenha a dinamica de periodo, devemos fazer a dinamica natural. Na verdade os hinos não tem dinamica de periodo, devido a ter ambientes completamentes diferentes na execução dos hinos, pois cada igreja tem uma acustica e tamanho diferente e claro quantidade de músicos diferentes, o que torna muitas vezes necessário alteração na intensidade constantemente em cada culto, pois muitas vezes temos igrejas pequenas lotadas de músicos, o som é extremamente forte, fazendo-se necessário os músicos ter a noção exata que é necessário diminuir a intensidade para que o canto da irmandade sobressaia a orquestra e não precisem ficar gritando, mas que a orquestra faça o que realmente ela tem que fazer é que auxiliar a irmandade no canto.

.

Muitas vezes temos igrejas maiores, mas poucos músicos presentes, então é necessário que os poucos músicos toque com uma intensidade maior para que toda a igreja escute de forma clara e possa ser auxiliada seja onde a irmandade estiver sentada.

.

Muitas vezes temos igreja pequena com poucos músicos, assim como igrejas grande com muitos músicos, então a dinamica dos hinos, deve ser adequadas a cada situação, por isso, não colocaram as dinamicas de periodo no hinário, justamente para que o músico tenha sensabilidade de ser portar adequadamente em relação a intensidade do seu instrumento conforme tiver necessidade.

.

Em relação aos irmãos que tocam tuba, vemos que eles tocam muitas vezes rachando a tuba, tremendo o chão e não respeitam a voz principal da melodia que no nosso caso é o soprano, fazendo o baixo sobressair não somente em relação a harmonia, mas ao canto também dos nossos irmãos, não fazendo a função para qual eles tem que fazer.

.

Vejo que falta um estudo de diafragma para eles aprenderem a soprar adequadamente a tuba, não fazem um som sinfonico e atacam as notas a cada respiração, fazendo algo que não é técnica apurada dos tubistas, pois eles devem respirar somente na respiração indicada no hinário para todos os instrumentos de sopro, assim como os tubistas de orquestra sinfonicas fazem no meio profissional para fazer um som refinado e de bom gosto. Eles atacam as notas destacando as notas como se tivessem tocando em banda marcial, esquecem que somos uma orquestra e não banda.

.

Os violinistas também não respeitam as respirações fazendo um som ligado como se não tivesse respirações, além disso não respeitam a velocidade de arco, dando verdadeiros puxões no arco, quase que pancada no violino, não mantem a intensidade da nota, raspam o arco quando estão no talão fazendo ka ka ka, e acham que podem usar o arco como se fosse um solista de orquestra, não é bem assim, estamos tocando em coletividade, não somos solistas e sim músicos de um naipe, não temos spallas, portando não podemos ser puxados por irmãos que acham podem puxar a orquestra devemos começar todos juntos e buscar uma unidade e comunhão entre todos os músicos da orquestra, não estou falando espiritualmente, mas digo isso técnicamente, pois espiritualmente, não podemos esquecer que estamos dentro da igreja louvando a Deus e não somos solistas e nem músicos profissionais, mas sim todos tem a mesma importancia e responsabilidade perante Deus.

.

Eu não sou tubista para dar um parecer técnico a respeito, apenas que iniciei meus estudos no trompete e sei como é complicado instrumento de sopro, porém quem deseja tocar, tem por obrigação de estudar e ter responsabilidade quando se faz parte de um orquestra em relação aos estudos, antes de ser violinista eu sou músico, não sei explicar técnicamente quais exercicios os tubistas tem que fazer, mas entendo de música e quando entendemos de musica, não importa qual instrumento você toque, mas tem que saber quando um naipe está tocando de forma inadequada, falta na verdade é um pouco de orientação dos nossos irmãos que são profissionais em relação ao estudos dos instrumentos de sopro, pois muitos nem fazem por mal, mas aprenderam assim vão morrer tocando assim, mas se incentiva-los a busca conhecimento técnico do instrumento que eles executam a qualidade de nossas orquestras podem subir e ficar mais interessante a realização musical dos cultos.

.

Vemos em orquestra sinfonica um ou duas tubas tocando para uma quantidade de 80 músicos, mas na CCB, muitas vezes são 4 tubas para 1 violino, sendo que é necessário 4 violinos para fazer o som de um trompete ou saxofone, então é necessário repensar essa questão de quantidade de músicos e realizar algum plano para melhorar a qualidade incentivando os alunos que estão começando a optar por instrumentos que estão sumindo ou quase não fazem parte da nossa orquestra e temos necessidade: como viola erudita, sax baritono, trombone, clarinete, flauta transversal.

.

O problema é excesso de tuba tocando em unisono, excesso de sax, a verdade é que o tenor está desaparecendo de nossa orquestra, o som do baixo muito forte tremendo o chão e um excesso de saxofone gritando muito forte no contralto.

.

Sabemos a tessitura de cada instrumento e quando colocamos algum para substituir uma voz, vemos que há uma modificação na harmonia e começa a soar estranho, pois quando se muda uma nota seja oitava abaixo ou acima, modificamos o acorde e muitas vezes o acorde pode passar a ser outro, temos problemas com a resolução do tritono no seu efeito e tudo isso tira a carateristica da expressividade que o compositor criou, dando um sentimento diferente.

.

Por isso é necessário respeitar cada voz e colocar o instrumento adequado a fazer cada voz, na intensidade correta para sobressair o soprano e trabalhar cada resposta contrapontistica, intensidade, velocidade e andamento e realmente podemos abrir a boca para falarmos temos uma orquestra filarmonica e somos não apenas a maior orquestra do planeta, mas também a melhor em qualidade técnica e termos cada dia mais uma espiritualidade maior e abrangente dentro da igreja, afinal todos ficam encantados com a orquestra CCB, não tem uma pessoa no mundo que não faz parte da nossa igreja que não associa a orquestra ao igreja CCB.

.

Então somos responsaveis pela qualidade de nossas orquestras e temos responsabilidade de passar o sentimento do culto a Igreja. Não podemos simplesmente ler e jogar notas ao vento, mas temos que fazer soar as melodias na mesma comunhão e sentimento de nossa fé.

.

Um forte abraço.

.

Deus te abençoe.


Última edição por £ëø Mø®£ix em 10/3/2015, 09:52, editado 1 vez(es)


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Obrigado!

Mensagem  abnerram em 6/12/2013, 05:12

£ëø Mø®£ix escreveu:
abnerram escreveu:Os hinos, não tem a dinâmica que devem ser executadas, mas tem uma forma correta de executá-los, pois é claro que não é o hino inteiro que eu vou tocar fortíssimo ou piano, num é. 
  Minha dúvida é de como devem ser executados hinos utilizando uma forma de dinâmica ?? 
....tem irmão ( principalmente as tubas) que estalam o hino inteiro, isso com certeza está errado né.
 A Paz de Deus, meu irmão!
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Existem dinamicas naturais nos hinos que devem ser respeitadas. Toda música ao subir a escala, ela deve aumentar a intensidade naturalmente, ao descer a escala deve diminuir a intensidade. É o que chamamos de dinamica natural, essa regra vale para qualquer música executada ou hinos, inclusive os métodos. Isso faz parte da expressividade e interpretação. Deve ser feito nos hinos.
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Não podemos esquecer que os fins de fraseados deve decair o som.
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Também não se pode deixar de fazer a métrica musical, onde no compasso 4/4 o primeiro tempo é forte, o segundo fraco, terceiro meio forte e o quarto fraco. Observando que toda cabeça de compasso é tempo forte, independentemente da fórmula de compasso. Mas o forte da metrica musical não é o mesmo forte de uma dinamica de periodo e nem o mesmo forte da dinamica de fraseado. É apenas uma diferenciação em relação as outras notas do compasso.
.
Não podemos esquecer que cada marcação de arcada dos hinários, estão ali, indicando a sentido do talão, não é mero acaso, é justamente para que o som saia diferenciado quando fizer a métrica musical, porém, não é porque tem sinal de talão ou ponta que vamos começar na ponta ou talão, pois não é um sinal de região e sim de sentido de região.
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Outro ponto importante é as terminações masculinas e femininas do compasso, nelas devemos fazer a diferenciação e nas masculinas devem terminar fortes e nas femininas devemos terminar fracos, decaindo o som.
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Quando o ritmo for tético, devemos iniciar o som com firmeza porém deve ser forte, pois está a nota estara no tesis, assim como for protético deve iniciar com firmeza, porém fraco, pois a nota no asis.
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Só esses detalhes já daria um bom trabalho a ser trabalhado. Pois são dinamicas naturais, são regras a serem observadas.
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Outra coisa importante é que quando tiver uma sequencia de notas repetidas, devemos começar elas fracas e ir aumentando gradativamente a intensidade a cada nota repetida, isso da um colorido e um elemento de surpresa de expressividade onde todos ficam atentos para ver o que está acontecendo e prende a atenção, não fica aquela coisa chata e monota sem expressividade em notas repetitivas.
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Também quando tem fraseados repetidos, devemos fazer um mais forte e outro mais fraco.
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Devemos lembrar de respeitar a harmonia e respostas do contra-ponto, onde devemos diminuir a intensidade quando a bola não está com a gente, para ficar evidente a resposta de outros instrumentos, assim como eles devem respeitar o naipe no caso os sopranos que estão com a melodia e devem tocar mais baixo para o soprano aparecer e prevalecer, pois em geral é a voz principal no caso do nossos hinos.
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Devemos tocar de uma forma que escutamos o nosso companheiro de naipe, no caso os nossos irmãos violinistas e temos que prevalecer por seremos a voz da melodia, mas não podemos deixar de ouvir as outras vozes, pois é fundamental escutamos a ritmica e a harmonia para não sairmos fora do andamento e haver uma comunicação para que a orquestra fique introsada e no ritmo certo, pois principalmente quando não se tem percursão, ficamos meio que desprotegidos ao fazer a contagem e sofremos um pouco mais com a ausencia da percusão e do contra-baixo que da a firmeza e faz a cama certinha para o naipe de cordas, da uma sensação de relaxamento.
.
Quando voce diz sobre a dinamica não escrita nos hinos, voce se refere exatamente é a dinamica de periodo, porém como eu disse mesmo que não tenha a dinamica de periodo, devemos fazer a dinamica natural. Na verdade os hinos não tem dinamica de periodo, devido a ter ambientes completamentes diferentes na execução dos hinos, pois cada igreja tem uma acustica e tamanho diferente e claro quantidade de músicos diferentes, o que torna muitas vezes necessário alteração na intensidade constantemente em cada culto, pois muitas vezes temos igrejas pequenas lotadas de músicos, o som é extremamente forte, fazendo-se necessário os músicos ter a noção exata que é necessário diminuir a intensidade para que o canto da irmandade sobressaia a orquestra e não precisem ficar gritando, mas que a orquestra faça o que realmente ela tem que fazer é que auxiliar a irmandade no canto.
.
Muitas vezes temos igrejas maiores, mas poucos músicos presentes, então é necessário que os poucos músicos toque com uma intensidade maior para que toda a igreja escute de forma clara e possa ser auxiliada seja onde a irmandade estiver sentada.
.
Muitas vezes temos igreja pequena com poucos músicos, assim como igrejas grande com muitos músicos, então a dinamica dos hinos, deve ser adequadas a cada situação, por isso, não colocaram as dinamicas de periodo no hinário, justamente para que o músico tenha sensabilidade de ser portar adequadamente em relação a intensidade do seu instrumento conforme tiver necessidade.
.
Em relação aos irmãos que tocam tuba, vemos que eles tocam muitas vezes rachando a tuba, tremendo o chão e não respeitam a voz principal da melodia que no nosso caso é o soprano, fazendo o baixo sobressair não somente em relação a harmonia, mas ao canto também dos nossos irmãos, não fazendo a função para qual eles tem que fazer.
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Vejo que falta um estudo de diafragma para eles aprenderem a soprar adequadamente a tuba, não fazem um som sinfonico e atacam as notas a cada respiração, fazendo algo que não é técnica apurada dos tubistas, pois eles devem respirar somente na respiração indicada no hinário para todos os instrumentos de sopro, assim como os tubistas de orquestra sinfonicas fazem no meio profissional para fazer um som refinado e de bom gosto. Eles atacam as notas destacando as notas como se tivessem tocando em banda marcial, esquecem que somos uma orquestra e não banda.
.
Os violinistas também não respeitam as respirações fazendo um som ligado como se não tivesse respirações, além disso não respeitam a velocidade de arco, dando verdadeiros puxões no arco, quase que pancada no violino, não mantem a intensidade da nota, raspam o arco quando estão no talão fazendo ka ka ka, e acham que podem usar o arco como se fosse um solista de orquestra, não é bem assim, estamos tocando em coletividade, não somos solistas e sim músicos de um naipe, não temos spallas, portando não podemos ser puxados por irmãos que acham podem puxar a orquestra devemos começar todos juntos e buscar uma unidade e comunhão entre todos os músicos da orquestra, não estou falando espiritualmente, mas digo isso técnicamente, pois espiritualmente, não podemos esquecer que estamos dentro da igreja louvando a Deus e não somos solistas e nem músicos profissionais, mas sim todos tem a mesma importancia e responsabilidade perante Deus.
.
Eu não sou tubista para dar um parecer técnico a respeito, apenas que iniciei meus estudos no trompete e sei como é complicado instrumento de sopro, porém quem deseja tocar, tem por obrigação de estudar e ter responsabilidade quando se faz parte de um orquestra em relação aos estudos, antes de ser violinista eu sou músico, não sei explicar técnicamente quais exercicios os tubistas tem que fazer, mas entendo de música e quando entendemos de musica, não importa qual instrumento você toque, mas tem que saber quando um naipe está tocando de forma inadequada, falta na verdade é um pouco de orientação dos nossos irmãos que são profissionais em relação ao estudos dos instrumentos de sopro, pois muitos nem fazem por mal, mas aprenderam assim vão morrer tocando assim, mas se incentiva-los a busca conhecimento técnico do instrumento que eles executam a qualidade de nossas orquestras podem subir e ficar mais interessante a realização musical dos cultos.
.
Vemos em orquestra sinfonica um ou duas tubas tocando para uma quantidade de 80 músicos, mas na CCB, muitas vezes são 4 tubas para 1 violino, sendo que é necessário 4 violinos para fazer o som de um trompete ou saxofone, então é necessário repensar essa questão de quantidade de músicos e realizar algum plano para melhorar a qualidade incentivando os alunos que estão começando a optar por instrumentos que estão sumindo ou quase não fazem parte da nossa orquestra e temos necessidade: como viola erudita, sax baritono, trombone, clarinete, flauta transversal.
.
O problema é excesso de tuba tocando em unisono, excesso de sax, a verdade é que o tenor está desaparecendo de nossa orquestra, o som do baixo muito forte tremendo o chão e um excesso de saxofone gritando muito forte no contralto.
.
Sabemos a tessitura de cada instrumento e quando colocamos algum para substituir uma voz, vemos que há uma modificação na harmonia e começa a soar estranho, pois quando se muda uma nota seja oitava abaixo ou acima, modificamos o acorde e muitas vezes o acorde pode passar a ser outro, temos problemas com a resolução do tritono no seu efeito e tudo isso tira a carateristica da expressividade que o compositor criou, dando um sentimento diferente.
.
Por isso é necessário respeitar cada voz e colocar o instrumento adequado a fazer cada voz, na intensidade correta para sobressair o soprano e trabalhar cada resposta contrapontistica, intensidade, velocidade e andamento e realmente podemos abrir a boca para falarmos temos uma orquestra filarmonica e somos não apenas a maior orquestra do planeta, mas também a melhor em qualidade técnica e termos cada dia mais uma espiritualidade maior e abrangente dentro da igreja, afinal todos ficam encantados com a orquestra CCB, não tem uma pessoa no mundo que não faz parte da nossa igreja que não associa a orquestra ao igreja CCB.
.
Então somos responsaveis pela qualidade de nossas orquestras e temos responsabilidade de passar o sentimento do culto a Igreja. Não podemos simplesmente ler e jogar notas ao vento, mas temos que fazer soar as melodias na mesma comunhão e sentimento de nossa fé.
.
Um forte abraço.
.
Deus te abençoe.
Amém,
Valeu pela resposta,...
o que você disse sobre a quantidade de instrumentos do naipe dos metais e os saxofone, eu concordo
   (....Vemos em orquestra sinfonica um ou duas tubas tocando para uma quantidade de 80 músicos, mas na CCB, muitas vezes são 4 tubas para 1 violino, sendo que é necessário 4 violinos para fazer o som de um trompete ou saxofone, então é necessário repensar essa questão de quantidade de músicos e realizar algum plano para melhorar a qualidade incentivando os alunos que estão começando a optar por instrumentos que estão sumindo ou quase não fazem parte da nossa orquestra e temos necessidade: como viola erudita, sax baritono, trombone, clarinete, flauta transversal....) 
O negoço é que na central a qui de Muriaé, de tuba devem ter umas 8 tubas, 3 sax barítonos, uns 15 trompetes, sax alto são uns 8 a 10 ( depende do dia ), ... Mais também tem bastante violinos ( + ou - né)
tem assim uns 22 por culto, viola 2. 
Mais olha o tanto de metais em comparação, rsrs
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Re: Dinâmica do hinos ?

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 6/12/2013, 11:17

abnerram escreveu:Amém,
Valeu pela resposta,...
o que você disse sobre a quantidade de instrumentos do naipe dos metais e os saxofone, eu concordo
   (....Vemos em orquestra sinfonica um ou duas tubas tocando para uma quantidade de 80 músicos, mas na CCB, muitas vezes são 4 tubas para 1 violino, sendo que é necessário 4 violinos para fazer o som de um trompete ou saxofone, então é necessário repensar essa questão de quantidade de músicos e realizar algum plano para melhorar a qualidade incentivando os alunos que estão começando a optar por instrumentos que estão sumindo ou quase não fazem parte da nossa orquestra e temos necessidade: como viola erudita, sax baritono, trombone, clarinete, flauta transversal....) 
O negoço é que na central a qui de Muriaé, de tuba devem ter umas 8 tubas, 3 sax barítonos, uns 15 trompetes, sax alto são uns 8 a 10 ( depende do dia ), ... Mais também tem bastante violinos ( + ou - né)
tem assim uns 22 por culto, viola 2. 
Mais olha o tanto de metais em comparação, rsrs
Não tem cello ai? Clarinete, Trombone e Flauta Transversal?

.

O ideal para harmonização em relação as cordas são 40 violinos, 20 violas, 8 cellos. Mas é necessário um regente para reger, se não vai ser um desastre.

.

Passou disso, vira bagunça. Pois o dificil é voce tocar em quarteto, onde voce tem que confiar no seu companheiro, pois se um errar, dificulta o lado do outro, então é muito dificil quando se toca apenas 4 musicos onde tem 1 ou 2 músicos por voz. Não precisa nem de maestro para reger ou regente. Maestro é aquele que ensina e rege. Regente é aquele que não ensina, mas pega uma orquestra e balança os braços.

.

Outra coisa dificil é voce ter uma super lotação de músicos fazendo eles tocarem, pois os desencontros são frequentes, principalmente quando não se estuda ou não tem um estudo sério por trás da qualificação de cada músico. Com mais de 100 músicos já é uma baderna.

.

A quantidade máxima em relação ao naipe de cordas é isso. Já os sopros, talvez 2 trompete, 1 trombone, 1 tuba. Já dão a sonoridade de 8 violinos, 4 violas e 2 cellos se os sopros tocarem comportados, mas infelismente não vemos um som sinfonico por parte dos irmãos do sopro, pois é terrivel sentar no ultimo banco dos violinos com os saxs no camgonte, saimos surdinhos.

.

O problema dos sopros são vários inclusive a afinação, instrumentos com mecanicas diferentes tocando a mesma voz, nunca vai sair com perfeição, então sempre tem algum problema de desencontro e vários problemas de afinação e intensidade. Fica dificil harmonizar quanto todos tocam em unisono. Por isso o ideal é que cada instrumento tivesse sua parte, sua linha melodica, sua voz arranjada dentro da carateristica de cada naipe, seja cordas, madeira ou metal.

.

O saxofone por exemplo não foi feito para tocar em unisono com outro sax, então nunca vão conseguir afinar corretamente por questão do sopro do diafragma, é necessário muito estudo e trabalho encima para ter uma afinação adequada, ele é um instrumento solo.

.

Não entendo porque tiraram o acordeon da orquestra, dá uma excelente base, acho que 1 acordeon por igreja não causaria transtorno aos irmãos.

.

Cade as trompas? Cade os fagotes? Acho que temos uma variedade de instrumentos ainda não usados que poderia ajudar no problema da harmonização da orquestra e equilibrio de vozes. Cade os bombardinos? Cade os oboes? Por isso o Tenor vai de mal a pior.

.

Hoje os irmãos iniciam ou já tocam clarinete passam tudo para o sax e os trombones passam para tuba, por isso esse desequilibrio.

.

Eu penso que os instrutores e demais irmãos que cuidam da parte musical podem incentivar os violinos quando em excesso passarem para viola e os irmãos que tocam tuba, pensa em um fagote, sax baritono, trombone ou cello e incentivar os novos candidatos a músicos a escolherem um instrumento que existe necessidade na igreja, precisam divulgar que não existe somente violino, sax e tuba na CCB.

.

Quando eu era pequeno, não se via violino, tinha apenas um único irmão que tocava violino, viamos poucos sax, nenhuma flauta, apenas 1 acordeon, a moda era trompete, tinha aos montes, clarinete tambem se via com frequencia em maior número, viamos bombardino e trombone.

.

Hoje praticamente só se ve violinos, sax e tuba. Graças a Deus se aumentou as flautas. Hoje chegamos a ver 1 viola ou 1 cello na orquestra.

.

Penso que seja preciso um trabalho a respeito dessa parte.

.

Se me disseram, poxa uma trompa custa caro, quase 2000 reais, um oboe é por essa faixa, fagote mais caro, esquecemos quando custa uma tuba? Quase 5000 mil reais. O preço do sax custa  de 1000 e pouco, enquando uma flauta transversal para iniciar os estudos está na faixa de 500 reais, do clarinete 500 reais. E vemos excesso de tubas e falta de clarinete e flautas transversal que são muito bem vindas. Acho alguns de nossos irmãos tem condição de comprar um trompa e os que não tiverem condições, podem optar por um instrumento mais barato como clarinete, flauta e até viola erudita que custa em média uns 500 reais.

.

Com ajuda de Deus e um jeitinho, dá para melhorar a qualidade das orquestras sem ter um custo sem ir além do que já temos hoje em dia.


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Re: Dinâmica do hinos ?

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