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Diferença entre primeiros e segundos violinos

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Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  CarolinaG em 3/12/2013, 08:07

Olá pessoal, gostaria de saber quais são os critérios numa orquestra para diferenciar os primeiros dos segundos violinos. Sei que os primeiros tocam notas mais agudas, e o segundos mais graves. Mas vi uma certa piada, em que o maestro mandava o violinista ir algumas cadeiras para trás, e me perguntei se há uma diferença, em questão de nível, já que o Spalla é o melhor do naipe, os violinos que estão mais próximos dele terão um nível melhor, ou é tudo a mesma coisa? E vale citar que estava olhando um edital de um concurso de certa orquestra, e notei que a partitura dos segundos violinos é mais simples que a dos primeiros, sem falar dos terceiros violinos, que é bem básica mesmo! Minha dúvida é essa, já que cada músico tem seu lugar em um concerto, se os melhores são colocados nos primeiros, e assim sucessivamente. 
Obrigada, fiquem com Deus!

CarolinaG

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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 4/12/2013, 09:31

CarolinaG escreveu:Olá pessoal, gostaria de saber quais são os critérios numa orquestra para diferenciar os primeiros dos segundos violinos. Sei que os primeiros tocam notas mais agudas, e o segundos mais graves. Mas vi uma certa piada, em que o maestro mandava o violinista ir algumas cadeiras para trás, e me perguntei se há uma diferença, em questão de nível, já que o Spalla é o melhor do naipe, os violinos que estão mais próximos dele terão um nível melhor, ou é tudo a mesma coisa? E vale citar que estava olhando um edital de um concurso de certa orquestra, e notei que a partitura dos segundos violinos é mais simples que a dos primeiros, sem falar dos terceiros violinos, que é bem básica mesmo! Minha dúvida é essa, já que cada músico tem seu lugar em um concerto, se os melhores são colocados nos primeiros, e assim sucessivamente. 
Obrigada, fiquem com Deus!
Olá tudo bem? Está sumida!
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Bom na verdade dependendo da composição, o primeiro violino fica com a parte da nona, sétima e etc. O primeiro violino além de ter o som mais agudo, ele também em geral fica com a parte da melodia também quando não temos o um instrumento solo. Portanto não é que o primeiro violino seja mais dificil, pelo contrário, por em geral ele estar com a melodia ou fragmentos dela, ela se torna muito mais fácil, a única coisa um pouco mais complicado dependendo da composição é por ter o som mais agudo, ela fatalmente ela terá que ter algumas subidas de posição para executar. Isso requer muito estudo de escala para ter um som afinado.
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Já o segundo violino ele em geral fica com a dominante do acorde ou terça, é parte fundamental da harmonia quando está com a terça, pois ela vai dar carateristica do acorde maior ou menor. Muitas vezes a terça fica com a viola, sendo indispensavel, pois como relatado ela tem essa mágica de dar definição do acorde maior ou menor, quando tem sua ausência, fica um buraco, uma indefinição. Por estar fazendo a parte harmonica, o segundo violino tem muitas notas repetidas, precisando ter concentração total, sempre fica mais na resposta do contra-tempo em muitos casos, portando é importantissimo que o violinista tem muita contagem, pois sendo a música contrapontistica, ele tem um papel importantissimo e pode complicar demais os primeiros violinos quando não tem uma precisão e concentração do músico. Em contrapartida ela teoria fica mais fácil por em geral estar com as notas mais graves, porém quando o músico começa a fica com a técnica mais apurada, ele não fica somente na primeira posição, mas começa a subir de posição nas cordas mais graves o que não facilita em nada em relação ao primeiro violino, pelo contrário a corda sol é mais difícil de ser tocada se comparada a corda mi, o que torna as dificuldades em subir de posição maiores do que do primeiro violino.
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Portanto chegamos a conclusão que o segundo violino é mais difícil de executar do que o primeiro violino na prática.
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Eu passei pelo dois, na verdade o segundo violino é muito chato de se fazer, o primeiro é mesma coisa de estar no paraíso, porém o grande aprendizado mesmo em experiência e técnica adquirimos mesmo é quando estamos no segundo violino. Didaticamente é excelente. Não adianta muito ficar estudando métodos, o aluno só evolui quando está tocando com outros músicos, seja em orquestra, quarteto, duetos e banda.
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Na verdade na teoria o Spalla é melhor dos violinistas e mais competente para liderar o grupo e os naipes, mas isso é só na teoria hoje em dia, o que vemos é que os Spallas da maiorias das orquestras, ele só estão lá por poder politico, influência e claro porque comprou a cadeira de Spalla, pois muitos não são os melhores violinistas e sim deveriam estar na 3, 4 ou 7 cadeiras, mas mesmo sem ter a melhor técnica e competência para liderar o naipe de cordas, ele está sentado lá, nas reclassificações, estranhamente continua lá, mesmo que muitos violinistas são melhores ou tenham o superado. Hoje é exatamente isso, o Spalla é filho do prefeito, amigo do Padre, filho de algum empresário, tem algum negócio dúvidoso com os poderosos que o mantém na primeira cadeira. Se o cara não tiver dinheiro ou algum padrinho poderoso, ser muito puxa saco e pau mandado de alguém, não vai sentar na primeira cadeira.
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A verdade é que não importa se senta no primeiro ou segundo violino, todos são importantes, segue a lógica quem senta na primeiras cadeiras são os melhores violinistas e quando mais atrás você senta, menos apurado é sua técnica, está ali somente para fazer massa sonora, não sendo primordial na orquestra, sendo que as primeiras cadeiras, são sempre os selecionados para orquestra reduzida e sempre tem a preferência para os microfones quando se toca em lugares que precisam de microfonia e claro, sempre são os que dão as reportagens e tem certas vantagens promocionais.
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Mas acontece hoje a coisa anda tão feia que nem sempre quando sentam nas primeiras cadeiras são os melhores, tudo depende da sua influência junto ao maestro, spalla e chefe do segundo violino e claro dos poderosos.
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Mas tem exceções, muitos maestros e spallas, gostam de colocar um violinista de nível superior e um de nível inferior para serem companheiros de estandarte, justamente para equilibrar o nível do som no meio intermediário e fundo, principalmente em orquestras iniciantes ou que não tem músicos com muita qualidade, são táticas. Mas a politicagem rola até em quando se usam desse artificio.
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Por isso algumas orquestras de Igreja, abdicam do uso do Spalla e chefes, justamente para evitar problemas de ciúmes e politicagem dentro da igreja, influências e interesses dúvidosos, pois no meio profissional, ninguém é amigo de ninguém, é uma briga de foices o tempo inteiro, um com inveja do outro, querendo derrubar o outro. Quem puxa mais saco e tem maior poder politico e dinheiro vence a disputa.
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O terceiro violino é basicamente a parte da viola transposta, muitas vezes temos excesso de violinos e falta de viola, então se dobra a parte da viola com o terceiro violino, basicamente sua função é uma função de preenchimento, dando a base harmonica esse preeenchimento para não ter buracos. Por isso parte ser realmente algo mais simples.
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Porém é uma bobagem achar que os primeiros violinistas são os melhores, não é assim!
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Na verdade todos são de suma importância e cada um tem sua função!
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O que vemos é uma competição que colocam em nossa cabeça, isso não é música. A arte não é competição, a música é arte!
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O problema é que os idiotas estão acabando com a música! Não sabem mais compor e estamos tendo um retrocesso musical, uma involução! A música bonita é a polifonica, contrapontistica e não essa coisa unissono que estão tentando transformar a música!!!
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O bonito de se ver é quando se tem muitas vozes em contraponto. Cada composição respeitando a carateristica e tessitura de cada instrumento e explorando cada elemento de cada instrumento atráves da harmonia.
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Não exploram os 7 graus, as dissonancias harmonicas e nem o contra-ponto.
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O bonito da humanidade é justamente a diferenciação, seja de pensamentos, manifestação, criatividade e falando no nosso contexto harmonia!
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Pois os professores de hoje, só ensinam a decorar a música, mas não ensinam como fazer, porque fazer e para quer fazer. Ensinam que a música se resume em melodia. Estão totalmente errados e são ignorantes musicais, pois a música tem três elementos importantissimos que são: melodia, harmonia e ritmo. A melodia é parte da música, mas não é tudo, temos 3 fundamentos básicos, sem junção desses elementos, não existe música!
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Hoje os arranjadores, só querem fazer melodia em unissono, todos fazendo o mesmo ritmo e sem harmonia...
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É complicado...


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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  CarolinaG em 4/12/2013, 11:37

Obrigada pela explicação Leo, foi muito esclarecedora. Eu curso extensão em violino, no departamento de música da universidade do meu estado. Há uma orquestra aqui, com excelentes músicos, competentes, e muito profissionais. Inclusive em um dos seguimentos da orquestra, minha professora toca nela. Mas nessa mesma orquestra, o Spalla é um recém formado, bem novo. Não consigo entender como pode minha professora estar na estante dos primeiros, enquanto na cadeira do Spalla há uma pessoa, igualmente competente, mas não com a mesma experiência que minha professora. Não digo que ela deveria ser spalla (e podia!), mas comparada ao atual spalla, não estou criticando nem duvidando da capacidade dele, pois ele realmente é bom, mas não acho que deveria estar ali. E não só no naipe dos violinos, mas há bastantes professores n orquestra, e nem todos lideram seus naipes. Enfim, não sei se fui muito clara, afinal estou me envolvendo com esses assuntos agora... Obrigada!

CarolinaG

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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 5/12/2013, 10:23

CarolinaG escreveu:Obrigada pela explicação Leo, foi muito esclarecedora. Eu curso extensão em violino, no departamento de música da universidade do meu estado. Há uma orquestra aqui, com excelentes músicos, competentes, e muito profissionais. Inclusive em um dos seguimentos da orquestra, minha professora toca nela. Mas nessa mesma orquestra, o Spalla é um recém formado, bem novo. Não consigo entender como pode minha professora estar na estante dos primeiros, enquanto na cadeira do Spalla há uma pessoa, igualmente competente, mas não com a mesma experiência que minha professora. Não digo que ela deveria ser spalla (e podia!), mas comparada ao atual spalla, não estou criticando nem duvidando da capacidade dele, pois ele realmente é bom, mas não acho que deveria estar ali. E não só no naipe dos violinos, mas há bastantes professores n orquestra, e nem todos lideram seus naipes. Enfim, não sei se fui muito clara, afinal estou me envolvendo com esses assuntos agora... Obrigada!
Ele deve ser amigo do padre ou filho do prefeito.

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Na verdade temos que considerar que muitos compram o diploma, entram na faculdade sem saber quase nada e saem sem saber o pouco que antes de entrar sabiam.

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É interessante uma história que presenciei, onde um cara super competente, toca horrores foi impedido de lecionar porque não tinha diploma em contra-partida uma outra pessoa que não tem a técnica apurada foi lecionar porque tinha o diploma, mas não toca nem 1 por cento do cara que não tem diploma.

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É como eu disse: a lógica seria que a pessoa com maior técnica apurada ocupasse a cadeira de spalla. Isso também não pode levar em conta que o lugar seja da pessoa mais experiente ou mais velha na orquestra, não pode ser uma tradição e sim uma questão de competencia no período, porém deve ser observado que a pessoa a sentar na primeira cadeira seja uma pessoa de iniciativa, que assuma a responsabilidade nas horas ruins e boas, de ousadia, predisposta a assumir um papel de liderança, não de apenas tocar notas que estão lá nas estrelas mirabolantes e ou que fazem marabalismo com o arco.

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Então para escolha de spalla deve pesar esse espirito de liderança entre os que estão nas primeiras cadeiras, pois muitos abdicam de serem spalla para não ter responsabilidades e dor de cabeça, mas é uma questão que eu sempre digo, entre as duas cadeiras da frente devem estar o spalla, pois o que vemos é muitos sentando atrás e exercendo a função de spalla, pois o que está na frente na primeira cadeira é mero figurante, pois não cumpre a função adequadamente, só quer aparecer bem na fotos, mas esquece de auxiliar o maestro, organizar os músicos, ser meio psicologo dos músicos, unir o grupo, decidir coisas importantes e ser o porta voz dos músicos com a administração da orquestra e levar esporro quando as coisas não dão certo. Deve ser uma pessoa aberta e saber o que mantem ele na frente é o trabalho bem realizado e qualidade nos estudos dele e o espirito de liderança e deixar aberto a possibilidade de ser substituido quando se mostrar necessário e ceder a cadeira de spalla para quem tiver em ascenção e mostrar maior competencia durante o período. Não deixar se abater e pelo contrário que seja um estimo para que sempre ele continuar a estudar e busque aperfeiçoar onde ele não apresenta um desempenho bom de resolução dos problemas. Jamais se acomodar, tem que ir a luta e matar um leão todos os dias mostrar porque ele merece ser o spalla.

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Na verdade tudo é um conjunto, não se pode julgar qualquer coisa sem saber, mas é interessante saber que quando Adholf Sax inventou os primeiros saxofones, os primeiros saxofonistas foram justamente os violinistas, pois os mesmo eram pessoas de alto conhecimento, sabiam ler várias claves, transportar em si bembol ou mi bembol, tinham um alto conhecimento de harmonia, improvisavam e realmente eram dedicados e aculturados, por isso os violinistas sempre tem a fama de serem inteligentes, CDFs, Nerds, enfim cientistas das cordas, mas hoje o que vemos é violinistas não seguem mais a tradição de nossos antepassados musicais, pois pouquissismos sabem ler tres claves, não sabem transportar, não tem conhecimento nem da teoria básica, mal entendem de harmonia, não conhecem nem o próprio instrumento, história da música nem se fala e nem estudam corretamente o violino, mal se dedicam a estudar pelo menos o básico de iniciante, acham que ficar repetindo ou decorando trechinhos facilitados de obras todos sabem tocar é algum status de competencia, então é uma situação complicada, pois a maioria dos que estão a frente, não assumem responsabilidade, mas querem levar a gloria de spalla quando as coisas vão bem. Qualquer problema jogam a culpa no segundos violinos, principalmente quando estão iniciando ou nos sopros etc.

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Muitos professores sabem muito menos de que muitos alunos, essa que é a verdade. Não gostam de alunos curiosos e inteligentes, pois os mesmo fazem perguntas que eles não sabem responder ou não tem capacidade de responder, jogam apenas respostas vagas e genericas, seguram o aluno para não aprender com medo de passar eles no conhecimento e técnica musical. Esquecem que a meta deles é justamente fazer o aluno dele ser superior a eles e claro a ser autosuficiente e despertar o aluno para o que é arte e o que é fazer música de verdade.

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Então não é porque é professor que deve ser spalla e sim o mais compentente, não importa o diploma e nem tempo de estudo, mas sim aquele que tem maior conhecimento em técnica e em música e claro além de exercer uma liderança conquistada através do serviço prestado e respeito e não uma liderança ditatorial, imposta e comprada.

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É um assunto muito polemico que dá muitos panos para as mangás e bastante incoviniente para ser tratado dentro de uma orquestra. Pois é impossivel agradar a todos.

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 Todas orquestras tem panelinhas e sempre o spalla vai sofrer oposição, rejeição e críticas duras, seja por inveja ou por incompetencia. Muitos músicos falam abertamente, outros fazem média e criticam pelas costas. O fato é que ser spalla é levar bolacha de todos os lados. É descascar abacaxi todos os santos dias ou então é só ter algum padrinho influente que o mantém blindado na orquestra.

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Orquestra é igual ao Congresso Nacional, quem é mais politiqueiro que se da bem quem gosta de trabalhar decentemente, não permanece muito tempo nos lugares de destaque onde exercem influência sobre os demais companheiros.

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E tem uma coisa importante que devemos considerar, não importa o tempo que o cara tem de estudos, se ele tiver competencia para exercer o cargo deve exercer, pois muitas pessoas tem pouca idade, mas tem maturidade de pessoas que tem mais de 50 anos, assim como tem pessoas que tem 5 anos de estudos e toca muito mais do que pessoas que tem 20 anos de estudos, isso é uma questão de mentalidade, formação cultural e familiar, qualidade nos estudos, capacidade de absorvimento de conhecimento, curiosidade e claro competencia, nem tem muito haver com talento, mas sim com suor e inspiração.

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Cada caso é um caso, não podemos generalizar, é necessário uma observação mais detalhada, deixando qualquer preconceito de lado, paixonistes e claro reconhecimento, e ter convivencia e respeito por parte dos demais da orquestra para assim forma uma opinião e conclusão sobre o merecimento de estar na primeira cadeira ou não.

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Agora, na maioria dos casos é aquilo que eu falei... muitos usam de influencia externa, negociatas e de favorecimentos para sentar na primeira cadeira ou como chefe do segundo violino.


Última edição por £ëø Mø®£ix em 10/3/2015, 09:49, editado 1 vez(es)


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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  CarolinaG em 5/12/2013, 10:57

É uma pena que isso aconteça, você ter um bom lugar não pela batalha, mas pela influência política. Volto a dizer, acho o atual spalla altamente competente, já o vi tocando em masterclasses... Acho que isso foi mais pela minha forma de observar, obviamente, admiro (muito!) minha professora, para mim não é mais que merecido que ela estivesse na primeira cadeira. Estou plenamente satisfeita, ela me direciona como você faz aqui, Leo. Enfim... Não cabe a mim decidir, não é mesmo? Fique com Deus!

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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 5/12/2013, 11:08

CarolinaG escreveu:É uma pena que isso aconteça, você ter um bom lugar não pela batalha, mas pela influência política. Volto a dizer, acho o atual spalla altamente competente, já o vi tocando em masterclasses... Acho que isso foi mais pela minha forma de observar, obviamente, admiro (muito!) minha professora, para mim não é mais que merecido que ela estivesse na primeira cadeira. Estou plenamente satisfeita, ela me direciona como você faz aqui, Leo. Enfim... Não cabe a mim decidir, não é mesmo? Fique com Deus!
É como eu relatei, pode ser que ela não aceitou ser Spalla é uma pergunta que eu acharia interessante você perguntar ela com jeito e debater o assunto, conversar com ela e expor sua opinião e aprender com a experiencia dela e tirar tudo que for bom dessa história.

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Não vejo a questão de experiencia e maior tempo de orquestra ou profissão como um fator determinante para merecer a cadeira, mas talvez como uma vantagem a mais, porém temos que observar também a questão de oratória, liderança, influência e psicologia para estar ali.

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Mas se o cara não estiver entre 7 melhores violinistas da orquestra, for um mal educado, boca calada, arrogante só se preocupa com o próprio umbigo, tem ideias nada muito apreciativas, pensa que é o patrão de todos, com pouca idade, irresponsavel e ainda estiver na primeira cadeira com certeza é amigo do padre ou filho do prefeito. rs*

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Orquestra é empresa, não tem sentimentalismo, companheirismo, amizade verdadeira e nem piedade de ninguém, só buscam é o lucro, já esqueceram da qualidade a muitos anos. É como um trabalho qualquer, a diferença é que temos pessoas ali dentro que fogem a regra, são as ovelhas negra da familia, onde fazem do seu trabalho, um verdadeiro prazer, paixão e romantismo, buscam qualidade, buscam expressar a arte da música, enquanto 90 por cento da orquestra, ve como uma competição onde um tem que derrubar o outro, vivem puxando o tapete, fazem acordos muito suspeitos de patrocinio, onde sempre tem uma pessoa levando algum.

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Sempre lidar com seres humanos em grupo é complicado, porém o indice de inveja em orquestra é altamente destrutivo para quem não aprecia esse tipo de selvageria imposto por pessoas que acham que estão em uma competição, tratam a música como competição e não como arte.

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Pois a beleza da música está no olhares e ouvidos de quem apreciam; os ouvintes, mas muitos acham que existe um termometro para se definir o que é arte, porém cada individuo tem uma visão de arte diferente, isso que se torna a arte mais diversificada, assim como o DNA, na verdade não deveriamos ter preconceito em nada com relação ao ouvir música, apenas deveriamos ser qualificativos, o que acontece hoje é inversão e involução do que poderiamos chamar de arte na música, pois nos falta um elemento de senso crítico que nós perdermos com tanta enchorrada de comercio feito pela midia com intenção de lucrar e deixar o povo ignorante e burro.

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Li uma pesquisa onde fala que existe um alto indice de extress e irritabilidade das pessoas que estudam música, assim como uma capacidade intelectual maior nas pessoas que estudam a música.

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Por que então as pessoas que estudam a música são mais inteligentes ou melhor; desenvolvem uma capacidade de memoria, raciocio e intelecto maior, fazendo eles pensarem mais, compreender o mundo melhor e claro uma evolução maior, são mais irritadas e estressadas? É justamente porque eles passam a ter um senso critico mais aflorado, onde os tornam mais qualificativos não aceitando qualquer coisa, fazendo eles ter uma personalidade, opinão própria e critica maior e fazendo resistência ao sistema do mundo hoje em dia, onde pessoas que são ignorantes, não tem conhecimento, aceitam tudo sem questionar e fica fácil para os poderosos controlarem. Por isso vemos tantas coisas na midia, formando opiniões para as pessoas serem alienadas e induzem ao pensamentos da pessoas para dancinha da garrafa, segura o tchan, meteoro da paixão.

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Na verdade deveria é cair um meteoro encima das midias para eles pararem de emburrecer o povo ou distorcerem os fatos.

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Por isso o sua observação em relação ao spalla mostra que você esta se desenvolvendo bem na música, pois ao invés de puxa o saco do spalla para ele te colocar na orquestra ou te privilegiar na orquestra, mostrou que você se preocupa com o futuro da orquestra, preocupa como as coisas são levadas, tenta busca uma solução para aumentar a qualidade e claro, isso já mostra traços de quem indentificar problemas, tenta entender o mundo a sua volta e busca soluções.

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É aquilo que eu falo, saber o que fazer, como fazer e porque fazer.

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E que bom que temos bons frutos, surgindo violinistas como os de antigamente que são curiosos, que buscam se aperfeiçoar, tem sede de conhecimento, autosuficientes.

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Ainda tenho esperança de um Brasil melhor, caminhamos para que as futura gerações possam evoluir mais e mais para enfim sermos um país de primeiro mundo e quem sabe um dia possamos superar os europeus e americanos no estudo da música.


Última edição por £ëø Mø®£ix em 10/3/2015, 09:50, editado 1 vez(es)


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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  CarolinaG em 5/12/2013, 17:43

Irei conversar com ela a respeito disso. Leo, ele não é nada disso. Tenho que admitir que ele está ali por mero esforço, é bastante talentoso. Sem contar que o Spalla é bem mais jovem que ela, tem mais disposição, e ele apenas toca em orquestras, enquanto ela tem que auxiliar orquestra e as aulas do curso, pois ainda dá aula no bacharelado! Talvez um dos motivos seja esse, ser Spalla exige demais da pessoa. E tenho plena consciência do que a orquestra é. Graças a Deus, ainda há aqueles apaixonados, que deixam estampado no rosto a satisfação de estar fazendo, trabalhando naquilo. E temos que ter esperanças mesmo, fé de que as pessoas se atentem e mudem de comportamento. Já ouvi uma pessoa falar que sentia saudades do tempo em que a maior preocupação era músicas como segura o tchan, dança da garrafa... Prefiro ainda essas, do que as de baixo escalão que existem hoje. Enquanto podíamos estar evoluindo, estamos retrocedendo... E isso não só na música, em toda a arte. Mas como disse, temos que ter pelo menos um pingo de esperança, mesmo com a situação precária que está. Falta de cultura nós não temos, o que falta mesmo é informação. 
Não sei se tens conhecimento disso, mas está rolando aqui o primeiro "Festival de Música Clássica de João Pessoa". Está tendo concertos todos os dias, de vários grupos, com músicos extraordinariamente profissionais, sem contar dos inúmeros que estão vindo de fora. Com a entrada desse festival, também foi criada a "Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa". Eles deram um concerto de abertura, no domingo, no adro da Igreja São Francisco, patrimônio histórico daqui. O concerto foi ao ar livre. E o pior aconteceu, durante o concerto começou a chover. Imagina uma orquestra inteira, no maior tumulto, tentando proteger os instrumentos. Foi uma confusão, o maestro conseguiu "montar" a orquestra dentro da igreja, mas não entrou nem 1/4 das pessoas que estavam fora. Parou a chuva, voltaram para fora novamente. Tinha tudo para dar certo, agora nem uma tenda botaram. Como pode uma coisa dessas? Acho que devo ficar ao menos feliz, pela "iniciativa" do prefeito em nos presentear com um festival como esse...
Eu não sei nem o que pensar. Tudo está uma loucura... 
Assisti a uma masterclass hoje, com uma violinista alemã, Kerstin Kendler, ela não falava português. Ela chegou no local da aula, e nem tradutor mandaram. A sorte é que um dos ouvintes falava inglês fluente, e conseguiu traduzir tudo. E ainda chegou gente que estava coordenando o evento, pedindo para ele "falar mais alto". Isso é abusar da boa vontade. Fico pensando nesses músicos que estão vindo de tantos países diferentes, vão chegar aqui, irão sair insatisfeitos, podendo até falar mal. E o pior, podem nem voltar. Não só as autoridades, mas também a população tem que mudar. Sorte nossa, que minha cidade, João Pessoa, tem um bom publico para a musica erudita. A Orquestra Sinfônica da Paraíba chegou a ser a melhor do país, na década de 80, um grande salto para nosso estado. Uma parceria do governo com a universidade daqui, conseguiram contratar excelentes músicos, salários dignos, e como isso aconteceu? Foi possível reunir um governador e um reitor com visão ampla, com força política, acreditando que poderia dar certo. Atualmente, sabe o que aconteceu com nossa orquestra? Nem em funcionamento está, por falta de lugar para ensaios, sei lá, nem me informei sobre isso. Também não falarei do "abençoado" maestro, isso já é assunto para outra conversa. Fico imaginando se seguirei a carreira de músico como profissão, o tanto de coisas absurdas como essa terei que passar. Isso não me deixa muito feliz... Mas fazer o que, tem que ter esperança mesmo.

CarolinaG

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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 5/12/2013, 19:00

CarolinaG escreveu:Irei conversar com ela a respeito disso. Leo, ele não é nada disso. Tenho que admitir que ele está ali por mero esforço, é bastante talentoso. Sem contar que o Spalla é bem mais jovem que ela, tem mais disposição, e ele apenas toca em orquestras, enquanto ela tem que auxiliar orquestra e as aulas do curso, pois ainda dá aula no bacharelado! Talvez um dos motivos seja esse, ser Spalla exige demais da pessoa. E tenho plena consciência do que a orquestra é. Graças a Deus, ainda há aqueles apaixonados, que deixam estampado no rosto a satisfação de estar fazendo, trabalhando naquilo. E temos que ter esperanças mesmo, fé de que as pessoas se atentem e mudem de comportamento. Já ouvi uma pessoa falar que sentia saudades do tempo em que a maior preocupação era músicas como segura o tchan, dança da garrafa... Prefiro ainda essas, do que as de baixo escalão que existem hoje. Enquanto podíamos estar evoluindo, estamos retrocedendo... E isso não só na música, em toda a arte. Mas como disse, temos que ter pelo menos um pingo de esperança, mesmo com a situação precária que está. Falta de cultura nós não temos, o que falta mesmo é informação. 
Não sei se tens conhecimento disso, mas está rolando aqui o primeiro "Festival de Música Clássica de João Pessoa". Está tendo concertos todos os dias, de vários grupos, com músicos extraordinariamente profissionais, sem contar dos inúmeros que estão vindo de fora. Com a entrada desse festival, também foi criada a "Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa". Eles deram um concerto de abertura, no domingo, no adro da Igreja São Francisco, patrimônio histórico daqui. O concerto foi ao ar livre. E o pior aconteceu, durante o concerto começou a chover. Imagina uma orquestra inteira, no maior tumulto, tentando proteger os instrumentos. Foi uma confusão, o maestro conseguiu "montar" a orquestra dentro da igreja, mas não entrou nem 1/4 das pessoas que estavam fora. Parou a chuva, voltaram para fora novamente. Tinha tudo para dar certo, agora nem uma tenda botaram. Como pode uma coisa dessas? Acho que devo ficar ao menos feliz, pela "iniciativa" do prefeito em nos presentear com um festival como esse...
Eu não sei nem o que pensar. Tudo está uma loucura... 
Assisti a uma masterclass hoje, com uma violinista alemã, Kerstin Kendler, ela não falava português. Ela chegou no local da aula, e nem tradutor mandaram. A sorte é que um dos ouvintes falava inglês fluente, e conseguiu traduzir tudo. E ainda chegou gente que estava coordenando o evento, pedindo para ele "falar mais alto". Isso é abusar da boa vontade. Fico pensando nesses músicos que estão vindo de tantos países diferentes, vão chegar aqui, irão sair insatisfeitos, podendo até falar mal. E o pior, podem nem voltar. Não só as autoridades, mas também a população tem que mudar. Sorte nossa, que minha cidade, João Pessoa, tem um bom publico para a musica erudita. A Orquestra Sinfônica da Paraíba chegou a ser a melhor do país, na década de 80, um grande salto para nosso estado. Uma parceria do governo com a universidade daqui, conseguiram contratar excelentes músicos, salários dignos, e como isso aconteceu? Foi possível reunir um governador e um reitor com visão ampla, com força política, acreditando que poderia dar certo. Atualmente, sabe o que aconteceu com nossa orquestra? Nem em funcionamento está, por falta de lugar para ensaios, sei lá, nem me informei sobre isso. Também não falarei do "abençoado" maestro, isso já é assunto para outra conversa. Fico imaginando se seguirei a carreira de músico como profissão, o tanto de coisas absurdas como essa terei que passar. Isso não me deixa muito feliz... Mas fazer o que, tem que ter esperança mesmo.
É interessante o festival, aqui tem um, porém a qualidade do Festival Músicas nas Montanhas cai assustadoramente todos os anos, dizem que antigamente os caras só tocavam Paganini, hoje que se vê por aqui é maioria tocando apenas Mozart 3, alguns arriscam um Mendelson, um Paganini, mas só se escuta o Am do Bach por aqui ultimamente.

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Eu acho que a professora talvez não tenha tipo tempo de se preparar, mas o interessante é ela aprender a falar português, pois o professor daqui, ele é argentino, morou na Rússia e hoje é professor da Universidade nos EUA, o cara fala português fluentemente, as vezes confundi alguma o outra palavra e acaba por falar espanhol, mas mesmo não morando no Brasil, não trabalhando no Brasil, procurou aprender o português, já os demais professores são alguns estrangeiros e falam português e outros são brasileiros.

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Mas pelo menos deveriam contrata um tradutor que falasse alemão. Mas vamos ver o lado bom da coisa, está melhorando, tendo um festival etc. Porém eu creio que nos próximos anos, devem pensar nos erros e acertos e planejar melhor os próximos festivais de sua cidade.

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O problema aqui da qual eu critico duramente em conversar com meus amigos violinistas ou músicos é o fato do Festival Musicas nas Montanhas ser no Brasil e não tocam sequer uma peça de um compositor brasileiro, para mim é um absurdo não ouvir Villa-Lobos, Camargo Guarniere, Guerra Peixe e etc.

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Vejo o professor argentino, ele trás o repertório do Piazzola e tocam as quatro estações portenhas, não vejo os professores do Brasil tocando compositores brasileiros.

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Eu acho é um assunto que é complicado, pois vemos em Paris que o Villa-Lobos e outros compositores são colocados ao nível de Bach, Beethoven, Corelli, Vivaldi, Hadyn, Mozart e tantos outros e valorizam mais os compositores brasileiros no exterior do que em seu próprio país.

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Um beijão.

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Deus te abençoe.


Última edição por £ëø Mø®£ix em 10/3/2015, 09:51, editado 1 vez(es)


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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  CarolinaG em 5/12/2013, 19:50

Pelo menos aqui, eles quase sempre tocam uma alguma obra brasileira. Nesse aspecto, estou satisfeita. Ninguem não fez nada a respeito disso por aí? Tenho alguns colegas que irão participar do Música nas Montanhas. Daqui a algum tempo, se tiver oportunidade, vou ficar muito feliz em participar! 
Amém, você também.

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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 6/12/2013, 10:40

CarolinaG escreveu:Pelo menos aqui, eles quase sempre tocam uma alguma obra brasileira. Nesse aspecto, estou satisfeita. Ninguem não fez nada a respeito disso por aí? Tenho alguns colegas que irão participar do Música nas Montanhas. Daqui a algum tempo, se tiver oportunidade, vou ficar muito feliz em participar! 
Amém, você também.
Que bom que por essa região valorizam as coisas boas do nosso país, pois aqui falta um sentimento verde amarelo, não digo pelos partes dos professores estrangeiros, pois os mesmo mostram um forte nacionalismo pelo que é da pátria deles a qual eu realmente fico admirado, mas falo em relação aos organizadores, músicos, professores brasileiros.

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É como o professor Samuel me disse em relação a não ser tocar quase nada de Villa Lobos em nosso país, não se consegue nem achar partituras do Villa-Lobos e custa muito caro, o mais fácil é encontrar na França o Villa-Lobos do que aqui no Brasil.

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O Festival é legal, mas a politicagem aqui está um absurdo ultimamente, o Festival deveria ser igual a FIFA, ter um padrão e não aceitar influencias locais que tem interesses próprios e valorizar acima de tudo a arte, música e a qualidade. Pelo menos a Fifa tem personalidade, coisa que aqui não temos.


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Re: Diferença entre primeiros e segundos violinos

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