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Problema sério demais!

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Problema sério demais!

Mensagem  Marcus V. em 20/11/2013, 12:19

Paz seja com meus irmãos!


Léo, lembra do violino que me vendestes? Meu irmão, um professor foi ver o violino e acabou do cavalete cair e, consequentemente, o estandarte e, as cordas saiu, enfim... terrível. Isto ocorreu por excesso de pressão das cordas, não é? Porém, vi a alma e, aparentemente, não saiu do lugar...

O que farei, pois? Não sei o que eu faço...



Abraços, meus irmãos!

Marcus V.

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 20/11/2013, 16:28

Marcus V. escreveu:Paz seja com meus irmãos!


Léo, lembra do violino que me vendestes? Meu irmão, um professor foi ver o violino e acabou do cavalete cair e, consequentemente, o estandarte e, as cordas saiu, enfim... terrível. Isto ocorreu por excesso de pressão das cordas, não é? Porém, vi a alma e, aparentemente, não saiu do lugar...

O que farei, pois? Não sei o que eu faço...



Abraços, meus irmãos!
Coloque as bolinhas da cordas no estandarte cada uma no seu lugar certo deixando elas não muito esticadas, pois vai precisar levantar o cavalete. Enfia o cavalete por debaixo das cordas com ele deitado. Alinha os pezinhos com os tracinhos do FF e  e levante o cavalete. Coloque das cordas na distancia entre 11,5 mm a 12 mm, o cavalete provalmente tem uma marquinha feitos pelas cordas (Sulcos), só posicionar neles.
.
Olhe o cavalete na lateral esquerda (Onde fica a barra harmonica) veja se o cavalete está em pé e levemente inclinado para o lado do estandarte.
.
Depois que alinhou veja se ele está alinhado com o espelho, olhando pelo lado do botão.
.
Só afinar o violino, depois que afinar, veja se o cavalete não foi para o lado do espelho, provalmente ele vai ficar um pouco torto para o lado do espelho, só voltar ele no lugar com cuidado para não cair e nem quebrar o cavalete, deixando levemente inclinado para o lado do estandarte.
.
Mas só faça isso se a alma não cair. Caso ela venha cair, afrouxe as cordas, só luthier para arrumar.
.
Isso não é problema sério demais. Pode acontecer. É fácil de resolver.
.
O professor deveria ter colocado de volta o cavalete no lugar. Se a alma não caiu, o proprio professor tem obrigação de fazer isso ou próprio aluno pode fazer.
.
Não se preocupe. Só seguir as orientações e tudo vai acabar bem.
.
Não aconteceu isso por causa do excesso de pressão das cordas. Pelo contrário, o violino ele está preparado para toda tensão das cordas. Na verdade deve ter caido por outro motivo.
.
Toda semana você tem que olhar o cavalete para ver se ele não está tombando para o lado do espelho. Caso esteja tem que voltar no lugar. Isso é obrigatório a todo violinista. Caso não volte no lugar, ao afinar a tendência é o cavalete ir para o sentido do espelho, devido a pressão das cordas ao afinar acaba empurrando o cavalete milimetricamente para frente. Se não corrigir, uma hora pode tombar o cavalete, quebrar no meio, rachar o tampo, a alma pode cair com o impacto, enfim só dores de cabeça.
.
Então tem sempre verificar se o cavalete está no lugar, para manter o som, para evitar de cair o cavalete no tampo e claro para aumentar a vida util do cavalete, pois se deixar ele para frente a tendência é ele empenar rapidamente.
.
Um forte abraço.
.
Deus te abençoe.


"Não por força nem por  poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor   dos Exércitos" (Zc 4:6). 

£ëø Mø®£ix
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Re: Problema sério demais!

Mensagem  Marcus V. em 21/11/2013, 06:19

£ëø Mø®£ix escreveu:
Marcus V. escreveu:Paz seja com meus irmãos!


Léo, lembra do violino que me vendestes? Meu irmão, um professor foi ver o violino e acabou do cavalete cair e, consequentemente, o estandarte e, as cordas saiu, enfim... terrível. Isto ocorreu por excesso de pressão das cordas, não é? Porém, vi a alma e, aparentemente, não saiu do lugar...

O que farei, pois? Não sei o que eu faço...



Abraços, meus irmãos!
Coloque as bolinhas da cordas no estandarte cada uma no seu lugar certo deixando elas não muito esticadas, pois vai precisar levantar o cavalete. Enfia o cavalete por debaixo das cordas com ele deitado. Alinha os pezinhos com os tracinhos do FF e  e levante o cavalete. Coloque das cordas na distancia entre 11,5 mm a 12 mm, o cavalete provalmente tem uma marquinha feitos pelas cordas (Sulcos), só posicionar neles.
.
Olhe o cavalete na lateral esquerda (Onde fica a barra harmonica) veja se o cavalete está em pé e levemente inclinado para o lado do estandarte.
.
Depois que alinhou veja se ele está alinhado com o espelho, olhando pelo lado do botão.
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Só afinar o violino, depois que afinar, veja se o cavalete não foi para o lado do espelho, provalmente ele vai ficar um pouco torto para o lado do espelho, só voltar ele no lugar com cuidado para não cair e nem quebrar o cavalete, deixando levemente inclinado para o lado do estandarte.
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Mas só faça isso se a alma não cair. Caso ela venha cair, afrouxe as cordas, só luthier para arrumar.
.
Isso não é problema sério demais. Pode acontecer. É fácil de resolver.
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O professor deveria ter colocado de volta o cavalete no lugar. Se a alma não caiu, o proprio professor tem obrigação de fazer isso ou próprio aluno pode fazer.
.
Não se preocupe. Só seguir as orientações e tudo vai acabar bem.
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Não aconteceu isso por causa do excesso de pressão das cordas. Pelo contrário, o violino ele está preparado para toda tensão das cordas. Na verdade deve ter caido por outro motivo.
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Toda semana você tem que olhar o cavalete para ver se ele não está tombando para o lado do espelho. Caso esteja tem que voltar no lugar. Isso é obrigatório a todo violinista. Caso não volte no lugar, ao afinar a tendência é o cavalete ir para o sentido do espelho, devido a pressão das cordas ao afinar acaba empurrando o cavalete milimetricamente para frente. Se não corrigir, uma hora pode tombar o cavalete, quebrar no meio, rachar o tampo, a alma pode cair com o impacto, enfim só dores de cabeça.
.
Então tem sempre verificar se o cavalete está no lugar, para manter o som, para evitar de cair o cavalete no tampo e claro para aumentar a vida util do cavalete, pois se deixar ele para frente a tendência é ele empenar rapidamente.
.
Um forte abraço.
.
Deus te abençoe.
Consegui colocar com muita insistência, umas 3 ou mais vezes o cavalete saia da posição e caia... Vi também que, quando dava tensão na corda mí, o estandarte ia pro lado por causa da tensão da corda.. Aí tentei até conseguir.

Quanto às cordas, vi pela grossura de cada corda e, coloquei no lugar certo porque olhando para as cores não estava conseguindo colocar certo e, nem olhando nas cravelhas porque em minha lógica, a tensão maior seria de cima para baixo, ou seja, de cima seria mí até chegar na última que, é a corda sol. Me enganei... Então, vi as tensões e grossura de cada corda e, coloquei certinho...

É bom que, acontece estas coisas para aprender como resolver.

O cavalete tinha entortado um pouquinho no lado esquerdo, ou seja, na corda sol. Isto é normal? Endiretei a madeira com mão pra deixá-la retinha e, realmente ficou... Ah, fiz aquilo que me falou, coloquei o cavalete levemente inclinado. Depois dedilhei as cordas e ouvi o som e, estava certinho.

Outra coisa, são as cravelhas, às vezes, ela sai um pouquinho do lugar e, tenho que empurrar elas um pouco, além de estar um pouco durinhas... O que eu faço?


Me ajude em relação à estas questões. O que eu citei acima, fiz certo ou errado? Aparentemente, eu acho que fiz certo... Tirem suas conclusões.


Fico no aguardo de suas respostas.


Abraços!


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Marcus V.

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 21/11/2013, 07:12

Marcus V. escreveu:
Consegui colocar com muita insistência, umas 3 ou mais vezes o cavalete saia da posição e caia... Vi também que, quando dava tensão na corda mí, o estandarte ia pro lado por causa da tensão da corda.. Aí tentei até conseguir.

Quanto às cordas, vi pela grossura de cada corda e, coloquei no lugar certo porque olhando para as cores não estava conseguindo colocar certo e, nem olhando nas cravelhas porque em minha lógica, a tensão maior seria de cima para baixo, ou seja, de cima seria mí até chegar na última que, é a corda sol. Me enganei... Então, vi as tensões e grossura de cada corda e, coloquei certinho...

É bom que, acontece estas coisas para aprender como resolver.

O cavalete tinha entortado um pouquinho no lado esquerdo, ou seja, na corda sol. Isto é normal? Endiretei a madeira com mão pra deixá-la retinha e, realmente ficou... Ah, fiz aquilo que me falou, coloquei o cavalete levemente inclinado. Depois dedilhei as cordas e ouvi o som e, estava certinho.

Outra coisa, são as cravelhas, às vezes, ela sai um pouquinho do lugar e, tenho que empurrar elas um pouco, além de estar um pouco durinhas... O que eu faço?


Me ajude em relação à estas questões. O que eu citei acima, fiz certo ou errado? Aparentemente, eu acho que fiz certo... Tirem suas conclusões.


Fico no aguardo de suas respostas.


Abraços!


Paz seja com meus irmãos!

Bom é uma coisa relativamente fácil e rápida. Não pode cair o cavalete jamais. Pois as cordas não podem estar esticadas a ponto de gerar tensão. Elas devem estar esticadas apenas para não sair a bolinha do estandarte ou microafinador.
.
Você não pode jamais dar tensão na corda Mi e nem na corda Sol que são as cordas laterais. A primeira coisa a se fazer é gerar pouca tensão na corda La (Justamente a corda que você tem que dar afinação). Como ela é uma corda central, o cavalete não sai do lugar para os lados. Mas a tensão é apenas necessária para segurar o cavalete.
.
Depois você gera uma tensão na outra corda central que tem uma tensão mais baixa que é a corda Ré.
.
Depois gera tensão na corda que tem menor tensão que é justamente a corda Sol.
.
Gera tensão na corda que tem mais tensão.
.
Nisso a corda lá já perdeu a tensão, você terá que afina-la.
.
Afine sempre assim A, D, G e E.
.
Ao gerar a tensão necessária a cada corda as demais vão perder a tensão naturalmente, pois há um equilíbrio nas tensões, isso faz com que as cordas mais tensionadas percam a tensão como a corda A e E, já a D e G a perda é menor, pois elas são menos tensionadas quando afinadas. Então é necessário reafinar. Pois a corda A vai provavelmente para G, variando entre marcas de cordas e tensões. Porém sempre existe uma perda na tensão.
.
É necessário reafinar.
.
Provalmente depois você vai ter que reafinar novamente para gerar no centro tonal e achar a frequência adequada 440 hz ou 442 hz.
.
O esquema é: gerar tensão nas cordas A, D, G e E. Para o cavalete não sair do lugar e ficar na posição correta.
.
Afinar as cordas: A, D, G e E. Verificar o cavalete e corrigir.
.
Reafinar as cordas: A, D, G e E.
.
Depois você vai verificar o cavalete e corrigir se necessário.
.
Achar o centro tonal e frequência adequada: 440 hz ou 442 hz refinando em microtono.
.
Nem sempre funciona achar as cordas pelas espessura de cada uma. Tem jogos que tem espessuras tão próxima que você acaba por confundir. A Mauro Calixto é um bom exemplo, você acaba por confundir as cordas D e A, pois são muito próximas as espessura e há uma ilusão ótica que muitas vezes a corda A parece ser até mais espessa do que a D.
.
É complicado.
.
Já as cores da terminações das cordas, cada fábrica segue um padrão de cores próprio. É impossível dizer qual é qual. Não tem como dizer, é dificil guardar na cabeça todas as cores de todas as marcas.
.
Mas por que tirar as cordas das furações das cravelhas quando o cavalete caiu? Não tem necessidade. Basta colocar a ponta da corda no estandarte e ponto final.
.
Se misturar as cordas é tem que perceber pela tensão das cordas. Com exceção da corda Sol e corda Mi que são bem diferenciadas, as cordas Ré e Lá, dá para perceber a tensão quando estamos afinando. Quando fica muito tensionado ao afinar, com certeza você pode ter trocado. E não vai chegar na afinação correta, principalmente se você está afinando a corda D no lugar da A. A tensão é tão forte que hora que você chegar no F ela vai quebrar e sair voando antes de chegar no A.
.
Já acontece ao contrário quando você colocar a corda A no lugar da D, as cordas ficarem sensivelmente mais frouxa, quando você chegar no D, então você dá um pizzicatto e já perceber que tem algo errado.
.
Eu creio que você esteja confundido espessura com tensão! As cordas mais espessas são as menos tensionadas! Isso porque elas provocam menor flexibilidade. Isso faz parte da série harmônica quando estudamos amplitude, frequência e tensão.
.
Mas a lógica é corda Mi maior tensão mesmo. E corda Sol menor tensão!
.
O cavalete  quando as cordas estão tensionadas, a pressão do peso das cordas sobre a madeira é de 70 quilos, então se você não colocar a direção o cavalete pode ficar torto em um lugar das extremidades ou seja seja pode ficar na corda sol ou corda mi. Por isso eu solicitei a você para assim que afinar verificar o alinhamento dele, justamente para não ficar torto em um dos lados e provocar pela tensão o empenamento prematuro do cavalete, diminuindo a vida útil do seu cavalete.
.
Tem uma incoerência no seu último questionamento! Se as cravelhas estão durinhas, não tem como voltar. Certo?!
.
Se elas estão voltando mesmo estando durinhas, é certo que você enrolou ou melhor desenrolou as cordas! Devem ter ficado enroladas inadequadamente, isso gera uma forte tensão no meio das cravelhas fazendo elas voltarem com certa violência ao dar tensão.
.
Primeira coisa: É necessário enrolar as cordas adequadamente, principalmente quando elas saem do estandarte. As cordas devem ser enroladas em modo sequencial, uma após a outra e não pode estar no meio da cravelha e sim muito próxima a parede da caixa de cravelhas, pois a tensão é jogada na parede e não no meio da cravelha. Assim facilitará ao afinar, dará maior precisão e não voltaram mais quando dar a tensão.
.
Segunda coisa: ao afinar, dê uma fincadinha na cravelha para dentro. Mas não é empurra com força e pressão e sim dar uma fincadinha necessária para que a cravelha preencha todo o furo e fique fixo. Lembre que a cravelha deve deslizar de forma fácil e com precisão.
.
Periodicamente é necessário lubrificar ela com o batom de cravelhas que é próprio para essa finalidade. Só assim você vai girar a cravelha sem travadinha e sem ranger e ter precisão na afinação.
.
Um forte abraço.
.
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Re: Problema sério demais!

Mensagem  Marcus V. em 21/11/2013, 08:00

£ëø Mø®£ix escreveu:
Marcus V. escreveu:
Consegui colocar com muita insistência, umas 3 ou mais vezes o cavalete saia da posição e caia... Vi também que, quando dava tensão na corda mí, o estandarte ia pro lado por causa da tensão da corda.. Aí tentei até conseguir.

Quanto às cordas, vi pela grossura de cada corda e, coloquei no lugar certo porque olhando para as cores não estava conseguindo colocar certo e, nem olhando nas cravelhas porque em minha lógica, a tensão maior seria de cima para baixo, ou seja, de cima seria mí até chegar na última que, é a corda sol. Me enganei... Então, vi as tensões e grossura de cada corda e, coloquei certinho...

É bom que, acontece estas coisas para aprender como resolver.

O cavalete tinha entortado um pouquinho no lado esquerdo, ou seja, na corda sol. Isto é normal? Endiretei a madeira com mão pra deixá-la retinha e, realmente ficou... Ah, fiz aquilo que me falou, coloquei o cavalete levemente inclinado. Depois dedilhei as cordas e ouvi o som e, estava certinho.

Outra coisa, são as cravelhas, às vezes, ela sai um pouquinho do lugar e, tenho que empurrar elas um pouco, além de estar um pouco durinhas... O que eu faço?


Me ajude em relação à estas questões. O que eu citei acima, fiz certo ou errado? Aparentemente, eu acho que fiz certo... Tirem suas conclusões.


Fico no aguardo de suas respostas.


Abraços!


Paz seja com meus irmãos!

Bom é uma coisa relativamente fácil e rápida. Não pode cair o cavalete jamais. Pois as cordas não podem estar esticadas a ponto de gerar tensão. Elas devem estar esticadas apenas para não sair a bolinha do estandarte ou microafinador.
.
Você não pode jamais dar tensão na corda Mi e nem na corda Sol que são as cordas laterais. A primeira coisa a se fazer é gerar pouca tensão na corda La (Justamente a corda que você tem que dar afinação). Como ela é uma corda central, o cavalete não sai do lugar para os lados. Mas a tensão é apenas necessária para segurar o cavalete.
.
Depois você gera uma tensão na outra corda central que tem uma tensão mais baixa que é a corda Ré.
.
Depois gera tensão na corda que tem menor tensão que é justamente a corda Sol.
.
Gera tensão na corda que tem mais tensão.
.
Nisso a corda lá já perdeu a tensão, você terá que afina-la.
.
Afine sempre assim A, D, G e E.
.
Ao gerar a tensão necessária a cada corda as demais vão perder a tensão naturalmente, pois há um equilíbrio nas tensões, isso faz com que as cordas mais tensionadas percam a tensão como a corda A e E, já a D e G a perda é menor, pois elas são menos tensionadas quando afinadas. Então é necessário reafinar. Pois a corda A vai provavelmente para G, variando entre marcas de cordas e tensões. Porém sempre existe uma perda na tensão.
.
É necessário reafinar.
.
Provalmente depois você vai ter que reafinar novamente para gerar no centro tonal e achar a frequência adequada 440 hz ou 442 hz.
.
O esquema é: gerar tensão nas cordas A, D, G e E. Para o cavalete não sair do lugar e ficar na posição correta.
.
Afinar as cordas: A, D, G e E. Verificar o cavalete e corrigir.
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Reafinar as cordas: A, D, G e E.
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Depois você vai verificar o cavalete e corrigir se necessário.
.
Achar o centro tonal e frequência adequada: 440 hz ou 442 hz refinando em microtono.
.
Nem sempre funciona achar as cordas pelas espessura de cada uma. Tem jogos que tem espessuras tão próxima que você acaba por confundir. A Mauro Calixto é um bom exemplo, você acaba por confundir as cordas D e A, pois são muito próximas as espessura e há uma ilusão ótica que muitas vezes a corda A parece ser até mais espessa do que a D.
.
É complicado.
.
Já as cores da terminações das cordas, cada fábrica segue um padrão de cores próprio. É impossível dizer qual é qual. Não tem como dizer, é dificil guardar na cabeça todas as cores de todas as marcas.
.
Mas por que tirar as cordas das furações das cravelhas quando o cavalete caiu? Não tem necessidade. Basta colocar a ponta da corda no estandarte e ponto final.
.
Se misturar as cordas é tem que perceber pela tensão das cordas. Com exceção da corda Sol e corda Mi que são bem diferenciadas, as cordas Ré e Lá, dá para perceber a tensão quando estamos afinando. Quando fica muito tensionado ao afinar, com certeza você pode ter trocado. E não vai chegar na afinação correta, principalmente se você está afinando a corda D no lugar da A. A tensão é tão forte que hora que você chegar no F ela vai quebrar e sair voando antes de chegar no A.
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Já acontece ao contrário quando você colocar a corda A no lugar da D, as cordas ficarem sensivelmente mais frouxa, quando você chegar no D, então você dá um pizzicatto e já perceber que tem algo errado.
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Eu creio que você esteja confundido espessura com tensão! As cordas mais espessas são as menos tensionadas! Isso porque elas provocam menor flexibilidade. Isso faz parte da série harmônica quando estudamos amplitude, frequência e tensão.
.
Mas a lógica é corda Mi maior tensão mesmo. E corda Sol menor tensão!
.
O cavalete  quando as cordas estão tensionadas, a pressão do peso das cordas sobre a madeira é de 70 quilos, então se você não colocar a direção o cavalete pode ficar torto em um lugar das extremidades ou seja seja pode ficar na corda sol ou corda mi. Por isso eu solicitei a você para assim que afinar verificar o alinhamento dele, justamente para não ficar torto em um dos lados e provocar pela tensão o empenamento prematuro do cavalete, diminuindo a vida útil do seu cavalete.
.
Tem uma incoerência no seu último questionamento! Se as cravelhas estão durinhas, não tem como voltar. Certo?!
.
Se elas estão voltando mesmo estando durinhas, é certo que você enrolou ou melhor desenrolou as cordas! Devem ter ficado enroladas inadequadamente, isso gera uma forte tensão no meio das cravelhas fazendo elas voltarem com certa violência ao dar tensão.
.
Primeira coisa: É necessário enrolar as cordas adequadamente, principalmente quando elas saem do estandarte. As cordas devem ser enroladas em modo sequencial, uma após a outra e não pode estar no meio da cravelha e sim muito próxima a parede da caixa de cravelhas, pois a tensão é jogada na parede e não no meio da cravelha. Assim facilitará ao afinar, dará maior precisão e não voltaram mais quando dar a tensão.
.
Segunda coisa: ao afinar, dê uma fincadinha na cravelha para dentro. Mas não é empurra com força e pressão e sim dar uma fincadinha necessária para que a cravelha preencha todo o furo e fique fixo. Lembre que a cravelha deve deslizar de forma fácil e com precisão.
.
Periodicamente é necessário lubrificar ela com o batom de cravelhas que é próprio para essa finalidade. Só assim você vai girar a cravelha sem travadinha e sem ranger e ter precisão na afinação.
.
Um forte abraço.
.
Deus te abençoe.
Ixi... Só Deus para me capacitar mesmo... Eu acho que acertei mesmo... Porém, outra vez pelo que percebi, tenho que tirar tensão das cordas, tirar o cavalete, enrolar as cordas nas cravelhas e, fazer tudo de novo...

Porém, eu fiz certo de ter desentortado? Teve algum problema no meu violino? Fiz certo? Fui tentar para aprender, mas sendo iniciante, às vezes, acontece erro. Porquanto, fui na física, na espessura das cordas. As cores ficou assim (da esquerda para direita): Preto (Sol), azul claro (Ré), verde (Lá) e roxo (Mí).


Quanto ao cavalete... Ele caiu algumas vezes, por aprendizado. Agora aprendi que, tem que desenrolar cordas, começar afinando pela corda lá... Porque o cavalete não pode cair? Caiu alguma vezes por aprendizado, tem algum problema "sério demais" em cair?

Qual foi o motivo principal do cavalete ter entortado?

Qual marca de "batom das cravelhas" recomendas? Onde posso comprar?


Fico no aguardo, meu irmão! Obrigado pela sua resposta. Já aprendi mais um pouquinho.

Paz seja contigo, meu irmão!


Última edição por Marcus V. em 21/11/2013, 08:09, editado 1 vez(es) (Razão : Acréscimo na mensagem!)

Marcus V.

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 21/11/2013, 11:01

Marcus V. escreveu:Ixi... Só Deus para me capacitar mesmo... Eu acho que acertei mesmo... Porém, outra vez pelo que percebi, tenho que tirar tensão das cordas, tirar o cavalete, enrolar as cordas nas cravelhas e, fazer tudo de novo...

Porém, eu fiz certo de ter desentortado? Teve algum problema no meu violino? Fiz certo? Fui tentar para aprender, mas sendo iniciante, às vezes, acontece erro. Porquanto, fui na física, na espessura das cordas. As cores ficou assim (da esquerda para direita): Preto (Sol), azul claro (Ré), verde (Lá) e roxo (Mí).


Quanto ao cavalete... Ele caiu algumas vezes, por aprendizado. Agora aprendi que, tem que desenrolar cordas, começar afinando pela corda lá... Porque o cavalete não pode cair? Caiu alguma vezes por aprendizado, tem algum problema "sério demais" em cair?

Qual foi o motivo principal do cavalete ter entortado?

Qual marca de "batom das cravelhas" recomendas? Onde posso comprar?


Fico no aguardo, meu irmão! Obrigado pela sua resposta. Já aprendi mais um pouquinho.

Paz seja contigo, meu irmão!

Irmão, não se pode ficar mexendo no cavalete toda hora. Para enrolar a corda não precisa tirar o cavalete! Basta apenas afrouxar apenas uma corda de cada vez, não necessita nem tirar a ponta da corda do furo do violino. Desenrola e enrola corretamente e afina a corda. Vai para corda seguinte e faz o mesmo procedimento. Assim sucessivamente. Depois só verificar se o cavalete está tudo ok e reafina em microtonos.
.
O cavelete o lado frontal é arredonado, não vai confundir isso com torto. O lado das costa do cavalete onde tem a marca (Frente ao estandarte), ele deve estar reto na vertical, porém levemente inclinado para o lado do estandarte.
.
Agora se teve problema com o violino, só pessoalmente para verificar, se a alma está no lugar, não teve danos no violino e o som continua com o mesmo brilho, projeção e intensidade. Não houve danos.
.
Quanto as cores, reafirmo, cada marca de corda tem cores diferentes. A Mauro Calixto por exemplo Sol (Vermelha), Ré (Amarela), La (Azul), Mi (Rouxa). Mas Paganini Sol, Ré, La, Mi (Pretas).
.
Como você pode ver, cada marca uma cor no caso da suas cordas o Ré é azul, já da Mauro Calixto Lá é azul.
.
No caso da Tônica a corda Mi é verde e a Sol marrom.
.
Se o cavalete cair, você corre o sério risco de quebrar o cavalete ao meio, derrubar a alma dentro do violino, rachar o tampo superior do seu violino, enfim, só problemas que um aluno ou professor não poderá resolver, somente um luthier. Por isso tem que evitar que o cavalete caiu.
.
Eu nunca derrubei o cavalete, mesmo quando era iniciante. É algo instintivo, não precisa ser luthier para saber que qualquer queda em objeto feito de madeira pode ser danoso. É lógico isso, assim como 2 - 2 = 0.
.
O motivo de um cavalete empenhar é justamente não corrigir ele ao afinar, pois semanalmente tem que verificar o angulo dele se está corretamente na vertical e levemente inclinado para o estandarte. E claro com o passar do tempo, ele inevitavelmente vai empenar. Por isso que de ano em ano é necessário levar o violino no luthier para manutenção anual do instrumento para trocar o cavalete por um novo para que ele sempre se mantenha no seu ponto máximo. E máximo que um cavalete ainda tem sangue para dar é em dois anos, depois disso a queda na intensidade do som é visivel, o violino fica com o som abafado, as cordas adentram a madeira dentro dos sulcos com muita profundidade e claro o cavalete fica empenado. Sai som, mas não sai um som com projeção sonora, intensidade, qualidade e equilibrado. Com dois anos de uso, sai um som abafado e muitas vezes a corda pode até começa a trastejar no espelho se o cavalete tiver os seus sulcos rasgados em demasia pela pressão das cordas ao longo do tempo. Principalmente se ele for de madeira mole que gera maior intensidade na  transmissão das vibrações para o caixa harmonica.
.
O batom vende no exterior, porém você é um pouco dificil de achar em lojas fisicas.
.
O ideal é você levar o violino no luthier de ano em ano para lubrificar. Pois se passar em excesso vai parecer um carro com pneu careca a 200 km em uma rodovia em plena tempestade, vai parar lá em Cancun no México ou no Polo Norte.


"Não por força nem por  poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor   dos Exércitos" (Zc 4:6). 

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  Marcus V. em 21/11/2013, 11:36

£ëø Mø®£ix escreveu:
Marcus V. escreveu:Ixi... Só Deus para me capacitar mesmo... Eu acho que acertei mesmo... Porém, outra vez pelo que percebi, tenho que tirar tensão das cordas, tirar o cavalete, enrolar as cordas nas cravelhas e, fazer tudo de novo...

Porém, eu fiz certo de ter desentortado? Teve algum problema no meu violino? Fiz certo? Fui tentar para aprender, mas sendo iniciante, às vezes, acontece erro. Porquanto, fui na física, na espessura das cordas. As cores ficou assim (da esquerda para direita): Preto (Sol), azul claro (Ré), verde (Lá) e roxo (Mí).


Quanto ao cavalete... Ele caiu algumas vezes, por aprendizado. Agora aprendi que, tem que desenrolar cordas, começar afinando pela corda lá... Porque o cavalete não pode cair? Caiu alguma vezes por aprendizado, tem algum problema "sério demais" em cair?

Qual foi o motivo principal do cavalete ter entortado?

Qual marca de "batom das cravelhas" recomendas? Onde posso comprar?


Fico no aguardo, meu irmão! Obrigado pela sua resposta. Já aprendi mais um pouquinho.

Paz seja contigo, meu irmão!

Irmão, não se pode ficar mexendo no cavalete toda hora. Para enrolar a corda não precisa tirar o cavalete! Basta apenas afrouxar apenas uma corda de cada vez, não necessita nem tirar a ponta da corda do furo do violino. Desenrola e enrola corretamente e afina a corda. Vai para corda seguinte e faz o mesmo procedimento. Assim sucessivamente. Depois só verificar se o cavalete está tudo ok e reafina em microtonos.
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O cavelete o lado frontal é arredonado, não vai confundir isso com torto. O lado das costa do cavalete onde tem a marca (Frente ao estandarte), ele deve estar reto na vertical, porém levemente inclinado para o lado do estandarte.
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Agora se teve problema com o violino, só pessoalmente para verificar, se a alma está no lugar, não teve danos no violino e o som continua com o mesmo brilho, projeção e intensidade. Não houve danos.
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Quanto as cores, reafirmo, cada marca de corda tem cores diferentes. A Mauro Calixto por exemplo Sol (Vermelha), Ré (Amarela), La (Azul), Mi (Rouxa). Mas Paganini Sol, Ré, La, Mi (Pretas).
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Como você pode ver, cada marca uma cor no caso da suas cordas o Ré é azul, já da Mauro Calixto Lá é azul.
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No caso da Tônica a corda Mi é verde e a Sol marrom.
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Se o cavalete cair, você corre o sério risco de quebrar o cavalete ao meio, derrubar a alma dentro do violino, rachar o tampo superior do seu violino, enfim, só problemas que um aluno ou professor não poderá resolver, somente um luthier. Por isso tem que evitar que o cavalete caiu.
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Eu nunca derrubei o cavalete, mesmo quando era iniciante. É algo instintivo, não precisa ser luthier para saber que qualquer queda em objeto feito de madeira pode ser danoso. É lógico isso, assim como 2 - 2 = 0.
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O motivo de um cavalete empenhar é justamente não corrigir ele ao afinar, pois semanalmente tem que verificar o angulo dele se está corretamente na vertical e levemente inclinado para o estandarte. E claro com o passar do tempo, ele inevitavelmente vai empenar. Por isso que de ano em ano é necessário levar o violino no luthier para manutenção anual do instrumento para trocar o cavalete por um novo para que ele sempre se mantenha no seu ponto máximo. E máximo que um cavalete ainda tem sangue para dar é em dois anos, depois disso a queda na intensidade do som é visivel, o violino fica com o som abafado, as cordas adentram a madeira dentro dos sulcos com muita profundidade e claro o cavalete fica empenado. Sai som, mas não sai um som com projeção sonora, intensidade, qualidade e equilibrado. Com dois anos de uso, sai um som abafado e muitas vezes a corda pode até começa a trastejar no espelho se o cavalete tiver os seus sulcos rasgados em demasia pela pressão das cordas ao longo do tempo. Principalmente se ele for de madeira mole que gera maior intensidade na  transmissão das vibrações para o caixa harmonica.
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O batom vende no exterior, porém você é um pouco dificil de achar em lojas fisicas.
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O ideal é você levar o violino no luthier de ano em ano para lubrificar. Pois se passar em excesso vai parecer um carro com pneu careca a 200 km em uma rodovia em plena tempestade, vai parar lá em Cancun no México ou no Polo Norte.
Acontece que, um erro gera outro erro. Caiu o cavalete na mão do professor que foi ver o violino, e então, um iniciante mexe no instrumento sem ter conhecimento musical praticamente nulo, pode ocorrer erros. Porém, aprendemos com os nossos erros para não mais cometê-los. Afinal, o erro que eu acabei praticando hoje não posso nem pensar em praticá-lo amanhã e, isto com mais ênfase e zelo na santificação do cristão.

A alma do violino, não caiu não, mas verificarei à respeito das cordas, fazer isto que me falastes. No caso, para enrolar, tiraria a tensão das cordas ao inverso. Para colocar o cavalete, me ensinastes desta forma: A, E, D, G

Para ajeitar as cordas, seria: G, D, E, A

Com a minha lógica, está certo? Porque a corda lá e ré, são as que tem mais tensão; sendo assim, são estas que sustentam o cavalete no corpo do violino, correto?


Depois que eu destensionar, como farei para enrolar a corda na cravelha sem a tirar?


Fico no aguardo de sua resposta. Abraços.


Paz seja contigo, meu irmão! Agradeço pelas suas respostas.


Última edição por Marcus V. em 21/11/2013, 11:45, editado 1 vez(es) (Razão : Acréscimo de digitação)

Marcus V.

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 21/11/2013, 23:42

Marcus V. escreveu:Acontece que, um erro gera outro erro. Caiu o cavalete na mão do professor que foi ver o violino, e então, um iniciante mexe no instrumento sem ter conhecimento musical praticamente nulo, pode ocorrer erros. Porém, aprendemos com os nossos erros para não mais cometê-los. Afinal, o erro que eu acabei praticando hoje não posso nem pensar em praticá-lo amanhã e, isto com mais ênfase e zelo na santificação do cristão.

A alma do violino, não caiu não, mas verificarei à respeito das cordas, fazer isto que me falastes. No caso, para enrolar, tiraria a tensão das cordas ao inverso. Para colocar o cavalete, me ensinastes desta forma: A, E, D, G

Para ajeitar as cordas, seria: G, D, E, A

Com a minha lógica, está certo? Porque a corda lá e ré, são as que tem mais tensão; sendo assim, são estas que sustentam o cavalete no corpo do violino, correto?


Depois que eu destensionar, como farei para enrolar a corda na cravelha sem a tirar?


Fico no aguardo de sua resposta. Abraços.


Paz seja contigo, meu irmão! Agradeço pelas suas respostas.

O estranho é cair na mão do professor o mesmo ficou apatico e não colocou no lugar. Muito estranho esse professor?!
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Para tirar a tensão na verdade não segue o inverso e sim o lógico. Pode tirar pouca coisa da pressão da corda Mi apenas até ela fica em Re ou Do, pois ao tirar a tensão de qualquer outra corda inevitalmente vai subir a tensão da corda Mi, se ela subir demasiadamente aumentando a afinação da corda Mi, ela pode quebrar sem dúvidas nenhuma. E pode tirar a tensão da corda Sol totalmente e enrolar  e afina a corda Sol, depois passe para a corda Ré, depois corda Lá, só por ultimo tire totalmente a ressão da corda mais sensivel que é a corda Mi e afine.
.
A corda que tem maior tensão é justamente a corda Mi e depois a corda Lá. Todas as cordas sustentam o cavalete sobre o tampo, porém necessita-se apenas de uma corda no centro para manter o cavalete sobre o tampo ou seja a corda Lá.
.
Só não tirar a ponta da corda do furo, na verdade você tem que colocar o violino sobre os dois joelhos e com a mão esquerda você vai vai desgirando a cravelha lentamente e com a mão direita você vai segurar a corda e vai esticando ela no ar como se fosse um arco e flecha, porém quando desenrolar quase que totalmente e chegar na ponta você mantem a ponta no furo e começa a enrolar a corda, porém dando a guia com sua mão direita que estiver segurando a corda enquanto a esquerda vai girando a cravelha. Isso vale para cordas Sol e Ré, para demais você inverta o papel das mãos. É simples assim.
.
Um forte abraço.
.
Deus te abençoe.


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Re: Problema sério demais!

Mensagem  Marcus V. em 22/11/2013, 07:09

£ëø Mø®£ix escreveu:
Marcus V. escreveu:Acontece que, um erro gera outro erro. Caiu o cavalete na mão do professor que foi ver o violino, e então, um iniciante mexe no instrumento sem ter conhecimento musical praticamente nulo, pode ocorrer erros. Porém, aprendemos com os nossos erros para não mais cometê-los. Afinal, o erro que eu acabei praticando hoje não posso nem pensar em praticá-lo amanhã e, isto com mais ênfase e zelo na santificação do cristão.

A alma do violino, não caiu não, mas verificarei à respeito das cordas, fazer isto que me falastes. No caso, para enrolar, tiraria a tensão das cordas ao inverso. Para colocar o cavalete, me ensinastes desta forma: A, E, D, G

Para ajeitar as cordas, seria: G, D, E, A

Com a minha lógica, está certo? Porque a corda lá e ré, são as que tem mais tensão; sendo assim, são estas que sustentam o cavalete no corpo do violino, correto?


Depois que eu destensionar, como farei para enrolar a corda na cravelha sem a tirar?


Fico no aguardo de sua resposta. Abraços.


Paz seja contigo, meu irmão! Agradeço pelas suas respostas.

O estranho é cair na mão do professor o mesmo ficou apatico e não colocou no lugar. Muito estranho esse professor?!
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Para tirar a tensão na verdade não segue o inverso e sim o lógico. Pode tirar pouca coisa da pressão da corda Mi apenas até ela fica em Re ou Do, pois ao tirar a tensão de qualquer outra corda inevitalmente vai subir a tensão da corda Mi, se ela subir demasiadamente aumentando a afinação da corda Mi, ela pode quebrar sem dúvidas nenhuma. E pode tirar a tensão da corda Sol totalmente e enrolar  e afina a corda Sol, depois passe para a corda Ré, depois corda Lá, só por ultimo tire totalmente a ressão da corda mais sensivel que é a corda Mi e afine.
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A corda que tem maior tensão é justamente a corda Mi e depois a corda Lá. Todas as cordas sustentam o cavalete sobre o tampo, porém necessita-se apenas de uma corda no centro para manter o cavalete sobre o tampo ou seja a corda Lá.
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Só não tirar a ponta da corda do furo, na verdade você tem que colocar o violino sobre os dois joelhos e com a mão esquerda você vai vai desgirando a cravelha lentamente e com a mão direita você vai segurar a corda e vai esticando ela no ar como se fosse um arco e flecha, porém quando desenrolar quase que totalmente e chegar na ponta você mantem a ponta no furo e começa a enrolar a corda, porém dando a guia com sua mão direita que estiver segurando a corda enquanto a esquerda vai girando a cravelha. Isso vale para cordas Sol e Ré, para demais você inverta o papel das mãos. É simples assim.
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Um forte abraço.
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Deus te abençoe.

Paz seja contigo, meu irmão! Tudo bem contigo?


Te agradeço pela sua resposta, meu irmão! Antes de você me falar, já tinha feito... rs*
Fiz exatamente isto que, me falastes, mas na lógica minha... não na sua. kkkkk rs*

Uma dúvida curiosa que, gostaria de tirar. Minha alma fica no lado direito do cavalete. Eu estava vendo em um tópico aqui do fórum que, tu falavas que a alma deve ficar entre 1mm à 5mm do lado do cavalete.
Onde o luthier coloca a alma do violino, depende de violino para violino? Como se fosse características de cada violino, não é? Pensava que, a alma tinha que ficar no meio do cavalete... rs*

Você que é luthier, como explicaria isto para mim? Curiosidade.


Abraços.

Marcus V.

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Re: Problema sério demais!

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 22/11/2013, 13:52

Marcus V. escreveu:
Paz seja contigo, meu irmão! Tudo bem contigo?


Te agradeço pela sua resposta, meu irmão! Antes de você me falar, já tinha feito... rs*
Fiz exatamente isto que, me falastes, mas na lógica minha... não na sua. kkkkk rs*

Uma dúvida curiosa que, gostaria de tirar. Minha alma fica no lado direito do cavalete. Eu estava vendo em um tópico aqui do fórum que, tu falavas que a alma deve ficar entre 1mm à 5mm do lado do cavalete.
Onde o luthier coloca a alma do violino, depende de violino para violino? Como se fosse características de cada violino, não é? Pensava que, a alma tinha que ficar no meio do cavalete... rs*

Você que é luthier, como explicaria isto para mim? Curiosidade.


Abraços.

Amém, meu irmão.
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Importante é que tudo deu certo.
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Quanto a alma ela deve ficar posicionada no lado direito no pé direito do cavalete, se pensarmos no duas linhas uma vertical e outra horizontal.
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Na linha horizontal alinha com o pé direito do cavalete em baixo da corda Mi, pois a alma bem dos agudos. Já a barra harmonica deve ficar colada no pé esquerdo do cavalete para amplificar os graves e reforçar o tampo superior onde tem um pesco em torno de 70 quilos do cavalete sobre o tampo, pois as cordas tensionadas tem essa força encima do cavalete e consequentemente termina no tampo superior. Se a barra harmonica e alma a madeira viraria caquinhos na região do pezinhos do cavalete.
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Pensando na linha vertical, onde a alma fica de pé, ela deve ter uma distância do pezinho direito de 1mm a 5 mm. Falando isso no sentido Norte e sul e não leste e oeste como você pensou. Portando a alma não deve ficar no meio do violino em hipotese alguma (Entre os pezinhos direito e esquerdo do cavalete), mas sim alinhado com o pezinho direito.
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Um forte abraço.
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Deus te abençoe.


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