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Programa de método CCB

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Programa de método CCB

Mensagem  bruno.enf em 22/7/2013, 13:21

APDD, gostaria de uma proposta de um programa de ensino para violino na CCB,
todos os métodos desde o inicio à oficialização, e pós oficialização, fora o método CCB?
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bruno.enf

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Re: Programa de método CCB

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 22/7/2013, 14:24

bruno.enf escreveu:APDD, gostaria de uma proposta de um programa de ensino para violino na CCB,
todos os métodos desde o inicio à oficialização, e pós oficialização. fora o método CCB.

Amém meu irmão.
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Eu creio que a base mais solida para formar um músico CCB é a seguinte:
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Você pode iniciar com o método Lauoreux 1 para técnica base.
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Quanto estiver já passado mais de 50 por cento do método do Laoureux, inicie os estudos com o Ferrara 1. Termina todo o metodo do Lauoreux 1 e Ferrara 1.
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Prontamente para repertorio pode usar como complemento o Suzuki 1 ao Suzuki 4.
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Depois que terminar o Laoureux 1, você iniciar o estudos com o Hans Sitt 1 (Esse é importantissimo passar todas as 20 lições decoradas, se possivel).
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Quando o aluno já tiver dominado a afinação na 1 posição e quase não perder mais notas, você introduz o estudo de posições fixas com o Hans Sitt 2 (Não precisa terminar o volume 1 para tal).
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Dominou o estudo de posições até a 5 posição (Não precisa fazer todas, pode escolher 1 ou 2 lições de cada posição, porém muito bem feito, super afinada e com fluencia na leitura, decorado).
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Nesse estagio é importante estudar o Sevick op 2 para tecnica de arco, não é necessário fazer todo o método, mas acho lição 4 (Se não me falhar a memoria, aquela primeiras variações em seminimas) e lição 13 (Aquelas variações em tercinas) do book 2 tem tudo que o violinista precisa em termos de tecnica.
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Sevick op 1 para mão esquerda, onde você trabalha a afinação, agilidade e tecnica para principio de corda dupla, tecnica de ligadura e de atencipação dos dedos e deixar os dedos na corda. Você tem que fazer 1 compasso por semana, consistente em descer todos os dedos de uma só vez como se fosse um acorde de violão.
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Inicia os estudos do Laoureux 3 para mudança de posição (Portamento e glissando), pode dispensar os estudos de trinados, o importante é parte dos portamentos.

Acho aqui é o necessário para oficializar.
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Quando o aluno já mostrar um bom desempenho é hora de aperfeiçoar a tecnica, para o estudo de cordas dobradas (Não é importante na CCB, porem para o aluno dominar bem todos os fundamentos das cordas dobradas). Você pode iniciar os estudos com o Polo (Não precisa fazer todas, só as mais importantes).
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Acho que depois disso o aluno pode iniciar os estudos com o 36 kayser, Mazas, depois Dont e quem sabe 42 estudos do Kreutzer.
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A oficialização da CCB, consiste quase a 1 série do Conservátorio nas maiorias da localidades do Brasil.
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Eu creio os métodos de iniciantes são o suficientes para oficializar na CCB. Quando se chega no 36 estudos do Kayser é método inicial para intermédiarios. Quando o aluno deixa de ser iniciante e passa a ser intermediário. Porém para se chegar no 36 estudos do Kayser tem muito chão, muita agua rola debaixo da ponte se o aluno for seguir fielmente todas as lições e metodos de iniciantes. Porem a maioria dos alunos são indisciplinados e não estudam corretamente e nem dedicacam o tempo necessário aos estudos do violino diariamente. Então de nada adianta passar muitos metodos se o aluno não estuda. É pura perca de tempo.
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Que seja poucas lições, mas muito bem feitas e todas decoradas se possivel. Principalmente quando pegar para estudar concertos, sonatas e músicas tradicionais.
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Não é necessário passar muita coisa. Eu particularmente eu sou muito certinho, sou CDF e perfecionista, eu detesto ter que deixar metodos pela metade e não fazer todas as lições, eu sou muito metododico. Porém isso é uma burrice tremenda! Estou trabalhando muito meu psicologico a respeito disso. Pois isso é um defeito meu.
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O professor tem que ser capaz de reconhecer as qualidades e defeitos do aluno, e aplicar os metodos especificios para resolver os problemas de cada aluno individualmente. Assim eu penso como professor.
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Para estudar golpes de arco em um aluno que tem um som limpinho, mas peca em afinação? Tem que estudar lições para afinação. Mesma coisa em alunos que tocam som bonito em primeira posição, porém não consegue gravar outras posições? Tem que aplicar metodos de posição fixa nele. Entende? Cada aluno tem seu potencial em algum fundamento com bastante enfase. Então no que ele for mais fraco é justamente isso que você tem que trabalhar para equilibrar o que ele tem dificuldades.
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E quando o aluno chega a um nivel de equilibrio e tenha um bom som e afinação, não precisa ficar passando coisas que o aluno já consegue dominar simplesmente para terminar o metodo. Isso é burrice. Já pula para um método que não seja muito dificil e nem muito fácil pra o aluno e pegue as coisas mais importantes do método para desenvolver o aluno e descarte as coisas desnecessarias para aquele aluno em particular.
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Assim você tem um estudo inteligente e sem perder tempo, onde você pode ir moldando o aluno com metodos conforme a necessidade.
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Acho que apenas o iniciante do zero que precisa passar pelo menos 1 metodo inteiro, depois disso você pode ir aplicando as lições conforme a necessidade do aluno em peculiar.
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Para mim isso é estudo do violino de forma inteligente, produtiva e racional.
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Não existe metodo ruim, existe é professor ruim que não sabe aplicar. Qualquer metodo é de extrema serventia, porem o professor deve saber o porque o compositor escreveu determinada lição, o que ele queria trabalhar, por que trabalhar aquilo e como aplicar aquilo.
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Porem uma unica lição você pode trabalhar de diversas formas. O Ferrara as 15 primeiras lições parecem faceis e bobas. Engano meu amigo! Elas são de fundamental importancia para trabalhar vários fundamentos:
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Pode estudar a elas em semibreves com arco todo, minimas com arco todo, seminimas em metade (Não é ponta, é metade do arco, divido em 2) do arco superior, metade do arco inferior ou meio do arco, depois pode trabalhar em colcheia (Talão, meio e ponta), semicolcheia no meio e o mais rapido que o aluno conseguir. Deve estudar ela trabalando em afinação, conferindo todos os intervalos, o aluno errou, faça ele voltar sem parar na nota anterior, trabalhando juntamente a ritmica. Depois pode trabalhar aquelas lições em 3 posição, depois em 4 posição. Enfim você pode em 15 lições aparentemente bobas, trabalhar varias dinamicas de arco, intensidade, dinamicas de fraseados, conferir intervalos, afinação em outras posições e claro golpes de arco: Em detache, Gran Staccato, Matellato, Spiccato entre outros.
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Em 15 lições do Ferrara que na CCB os irmãos passaria em 4 semanas (4 por aulas), se você souber trabalhar, você passaria em 1 ano em diversas estudos que não estão escritos, mas que são assim para trabalhar. E claro um aluno que faria todo o metodo, você com 15 lições bem aplicadas, daria condições necessarias para que o aluno passasse quase tudo de primeira vista, apenas trabalhando bem as 15 primeiras lições. Se decorar, o teu aluno vai dar pau em qualquer outro que passou o metodo inteiro. Se você trabalhar bem as 50 lições do ferrara, com inteligencia e sabendo aplicar, muitas vezes o aluno já pula logo para metodos mais avançados, pois a base boa, ele passara sem menor dificuldade pelo Hans Sitt que é um dos metodos mais fundamentais que existem. Eu não abro mão do Hans Sitt e do 36 estudos do Kayser, pois são pura evolução. Assim como o 42 estudos do Kreutzer são metodos que você tem que estudar a vida inteira para manutenção da tecnica. Pois sempre a cada novo reestudo, você evoluir muito mais. Limpa o som e deixa o violinista bem decente.
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É coisa a ser pensada.
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No que precisar estou a sua disposição.
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Deus te abençoe.


"Não por força nem por  poder, mas pelo meu Espírito, diz o Senhor   dos Exércitos" (Zc 4:6). 
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Re: Programa de método CCB

Mensagem  Lugh de Nassad em 23/7/2013, 21:57

Não sei o por quê?! Mas eu não curto o Suzuki, talvez porque meu aprendizado foi diferente...
Acredito que para repertório já poderia após o Laoureux e o Ferrara, pegar peças simples como Oskar Rieding Op. 35 ou 36, desta forma o aluno já se familiariza com concertos e forma de estudo dos próprios.
Também acredito não precisar esperar o Hans Sitt 2 para começar a pegar o Sevcik op 1 ou op 2, as coisas pode ser feitas correlatas e simultâneas.
Uma forma de abranger a velocidade dos dedos e para aumentar a queda de pressão equilibrada da mão esquerda nas cordas é um exercício chamado Mapeamento Digital, onde você monta a forma dos dedos no violino, como se fosse tocar, mas sem o arco você vai exercitando dedo a dedo, como uma musculação, retirando unicamente cada dedo e voltando, contando até 10 cada movimento. Após fazer cada dedo, faça de dois em dois dedos, três em três, até refrescar-se com os quatro dedos de cada vez.
Esse exercício pode ser integrado juntamente com os métodos Hans Sitt e Sevcik e os resultados são ótimos.
Lembro-me que eu quando via alguns concertos, mesmo simples, achava muito complexo, após conhecer esse exercício hoje vejo de outra forma.
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Lugh de Nassad

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Re: Programa de método CCB

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 24/7/2013, 00:17

Lugh de Nassad escreveu:Não sei o por quê?! Mas eu não curto o Suzuki, talvez porque meu aprendizado foi diferente...
Acredito que para repertório já poderia após o Laoureux e o Ferrara, pegar peças simples como Oskar Rieding Op. 35 ou 36, desta forma o aluno já se familiariza com concertos e forma de estudo dos próprios.
Também acredito não precisar esperar o Hans Sitt 2 para começar a pegar o Sevcik op 1 ou op 2, as coisas pode ser feitas correlatas e simultâneas.
Uma forma de abranger a velocidade dos dedos e para aumentar a queda de pressão equilibrada da mão esquerda nas cordas é um exercício chamado Mapeamento Digital, onde você monta a forma dos dedos no violino, como se fosse tocar, mas sem o arco você vai exercitando dedo a dedo, como uma musculação, retirando unicamente cada dedo e voltando, contando até 10 cada movimento. Após fazer cada dedo, faça de dois em dois dedos, três em três, até refrescar-se com os quatro dedos de cada vez.
Esse exercício pode ser integrado juntamente com os métodos Hans Sitt e Sevcik e os resultados são ótimos.
Lembro-me que eu quando via alguns concertos, mesmo simples, achava muito complexo, após conhecer esse exercício hoje vejo de outra forma.



Eu particularmente odeio e detesto o Suzuki, por mim eu rasgava todos os Suzukis e botava fogo, usava como papel higienico (Mas é minha opinião pessoal, acho que só funciona de verdade no Japão, pois lá os orientais são concentrados, disciplinados e sabem brilhantemente como aplicar, ao contrário do Brasil onde maioria dos alunos são desconcentrados e indisciplinados e não tem professor no Brasil que sabe aplicar corretamente). Eu acho que ele é mais do que um metodo é mais uma filosofia para criar cidadãos melhores, melhorar a socialização com músicas divertidas e claro, dentro dessa notas sublimares, trabalha de forma intuitiva a tecnica violinistica. Porem os caras saem tocando como se fosse música e deixam o estudo da tecnica de lado. Ele se basea é na linguagem materna, onde você toca aquilo que você escutou, repete como se tivesse aprendendo a falar, usa esse principio é totalmente voltado para crianças, não sendo totalmente funcional para adolescente e muito menos para adultos. Pois a criança ao aprender a falar seu idioma nativo é algo natural. O aprendizado da música com menos de 10 anos, a criança entende como lingua materna, pois o cerebro aprende a música é com naturalidade e fluente. Não é atoa que os grandes solistas a maioria começou a estudar música com 4 anos. Depois dos 10 anos já interpreta o aprendizado da música como lingua estrangeira. Depois dos 20 anos já aumenta a dificuldade no aprendizado.
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Porém o Suzuki é excelente no inicio para repertorio, trabalhar a expressividade, pelo menos as músicas folcoricas até o volume 3. No 4 já começa os concertos ai que o bicho pega e a vaca vai para o brejo. Pois vamos falar francamente, aluno não gosta de metodo de tecnica como o Laoureux ou mecanicos como o Sevick. O que mais escuto é que o Sevick é chato demais.Eu sempre gostei de metodos de tecnica e nunca reclamei dos metodos mecanicos com o Sevick.
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Eu sempre fiquei muito focado em tecnica em vez de fazer o que meus colegas de mesmo nivel faziam que era tocar Suzuki. Enquanto eles estavam no Suzuki 3, eu estava no 1. Porem eles estava na metade do Laoureux 1, eu ja tinha passado o Laoureux 1, ferrara estava quase terminando e ja tava comendo com sal e vinagre o Hans Sitt. Na época diziam que eu não gostava de Suzuki. Eu dizia com ironia, adoro ele. rs*

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Eu deixava sempre para apresentar o Suzuki no fim da aula, já com intuito de dar enfase aos métodos realmente que eu acreditava que me ajudava a evoluir. No fim não dava tempo e o Suzuki ficava para outra semana. Porem quando evolui muito mais rapido do que meus companheiros, em pouco tempo eu ja estava quase no fim do Suzuki 4 e eles não tinham saido nem do 3. Minha tatica realmente funcionava bem e claro minha tese sobre a infuncionalidade do Suzuki no Brasil eu vivi na pele essa experiencia e comprovei. Ninguém sabe realmente aplicar o Suzuki no Brasil, eu creio que somente a Shinobo de Campinas deve sabe, afinal ela foi aluna do Suzuki no Japão.
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Eu particularmente sempre gostei de métodos de técnica, principalmente os melodiosos como o Ferrara e Hans Sitt book 1 e 36 estudos do Kayser.
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Porem o estudo do violino não pode ser chato, tem que ser uma brincadeira, algo prazeroso, então não pode ser aquela coisa metododica, é assim a receita e ponto final. Eu não creio nisso.
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A maioria das pessoas faz caras e bocas quando o professor manda estudar escala, um dos motivos principais é a preguiça que fala mais alto, porém se o aluno fizer como deve ser feita, vai ver que uma simples escala é transformada em melodia!!! Basta fazer o dinamica de fraseado e trabalhar tudo de várias formas como golpes de arco nas escalas. Existem algumas pessoas que estudam escala sem ter que ser aquela coisa chata, reta e linear fielmente como está no método!
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Eu particularmente eu acredito que desde o Suzuki 4, pode sim e deve estudar é concertos originais, não precisa fazer Suzuki mais. Tem que pegar uma edição confiavel e original da partitura original e marcar as melhores arcadas e mudanças de posições sem aquela maluquisse que o Suzuki fez no método.
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Esse programa é acho que eu acho ideal para músicos de Igreja, então a gente tem que entender  a psicologia de músicos de igreja é um pouco diferente de quem estuda em Conservatorio ou em escolas ou professores particulares com objetivo profissional. Em geral músicos da Igreja não estudam nem 15 minutos por dia, muitos nem tem tempo de estudar todos os dias. Eles querem aprender o necessário para tocar na Igreja. Pois muitos trabalham o dia todo, chegam em casa, quebrados, não é igual um cara que estuda no Conservatorio e pode estudar 4 horas por dia, muitos são bancados pelos pais, não precisam carregar pesos, não trabalham ou trabalham em horarios flexiveis.
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Então não podemos pretender em detalhes iguais aprendemos no Conservatorio onde o professor leva 1 hora para explicar em detalhes uma tecnica, um golpe de arco etc. Na Igreja eles tem 5 minutos para passar a lição, pois muitas vezes é apenas um instrutor de violino na Igreja para atender 20 alunos de violino em no maximo 2 horas, tudo com barulho de outros instrumentos, onde muitas vezes tem sax tocando com o instrutor, outro trompete, um grupinho fazendo um ensaio de cordas. Ainda tem que tomar lições do bona. o sujeito sai do serviço com a mão detonada, vai direto para igreja, fica com fome esperando sua vez, as vezes o instrutor está irritado, pois não é facil lidar com muita gente, o aluno tem dificuldade em aprender pois quem não estuda não aprende mesmo, tem desdobrar para colocar as coisas na cabeça do aluno, fazer ele entender. Por mais boa vontade que os instrutores tenham, não conseguem passar tudo que deveriam para um formar um bom aluno de violino. É preciso ter condições para realizar um bom trabalho. É complicado.

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O que acontece é que o Sevick op 1, ele sendo bem feito vai rápido, porém eu creio que o aluno no inicio tenha extrema dificuldade para descer todos os dedos de uma só vez. Então é uma tecnica que tem que ser incorporada ao longo do estudo, a gente não pode tratar um bebê de poucos dias com legumes logo de cara. Primeiro alimenta com leite, depois de 6 meses alimenta com alimentos solidos porem amassados, depois de 2 anos com comida e carne etc.
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Assim é o aluno de violino. Primeiramente tem que ensinar o aluno a dentilhar o violino. Com um certo tempo, ensina ele a deixar os dedos na corda e dentilhar os que estiverem soltos, depois ensina a ele antecipar os dedos, descendo todos de uma só vez. Isso que o Sevick op 1 ensina e trabalha. É preciso estudar 1 compasso por semana, dependendo da facilidade do aluno, talvez 2 ou 4. Mas é relativo. As coisas que eu falo e passo são um padrão, mas não é necessariamente absoluta verdade, pois o professor inteligente ele vai aplicar não o padrão religiosamente, mas sim dentro do padrão observando a necessidade, facilidade ou dificuldade de cada aluno e aplicar o que for necessário, avaliando cada aluno individualmente.
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Tem pessoas que tem 1,60 de altura, são magras! Aguentam determinado peso nos ombros.  Outros tem 1,80, são porte normal. Aguentam mais. Tem outros que tem 2 metros de altura e são musculosas, vão aguentar muito mais peso. Assim são alunos, alguns você poem um determinado peso nas costas, pois o dom (Talento, esforço como queira chamar) deles aguenta isso. Outros suportam muito mais. O cara que tem um talento natural, absorvição rapida do que é passado, muita curiosidade e disciplina e claro tempo para estudar, você tem que encher o cara de estudos, outros não tem tanta facilidade, tempo e raciocinio, coordenação  motora, você tem que trabalhar de forma diferente, não pode por muito peso e a cobrança não pode ser exagerada, se não você cria uma resistencia, uma carga negativa, desanima o aluno, o cara fica com o psicologico depressivo e acaba por desistir. Não é por ai.
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Quanto ao Sevick op 2, eu acho que as primeiras lições pode até passar no inicio, porém eu acho que chega um momento de desenvolvimento onde o aluno paga todo o arco, pois no inicio os alunos compram o arco a prestação, pois só usam a ponta, depois de alguns meses eles começam a usar o meio, só quando eles sentem confiança e começa a funcionar o movimento de pronação e supinação é que eles finalmente quitam a divida do arco e começam a usar o talão e consequentemente o arco todo!
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Então de nada adianta fazer o cara tocar em várias velocidades usando o arco todo no inicio trabalhando o golpes de arco sendo que o cara não tem capacidade ainda para explorar essa tecnica, não tem dominio e nem controle do arco. 
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Por isso eu acho que no inicio tem coisas mais importantes a trabalhar como as cordas soltas, afinação, conhecer os primeiros conceitos de dinamicas, fraseados, respirações, postura, entonação, vibrado de corda, conceitos de acustica, ponto de contato e coisas mais basicas para depois começa a estudar saltelatos, spiccatos, martellatos. Antes é preciso ter bem definido o conceito de detache e ter passado muitos lições básicas.
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Uma linha de pensamento interessante é você passar todo o metodo e depois refazer ele todo, pois a técnica é apurada. Mas vejamos que a maioria dos violinistas das Igrejas, não passam sequer um método completo, dirá refazer ou fazer outros métodos.
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Por isso eu acho que da um pedaço de carne para um bebe não é uma ideia muito legal.
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No inicio devemos ensinar técnicas mais básicas, só ir incorporando técnicas mais aperfeiçoadas e abandonar as técnicas de inicio depois de muita água passar debaixo da ponte. É uma linha de pensamento muito funcional.
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Mas na Igreja não tem muito tempo para isso, então, devemos ser o mais objetivo possivel, porem o aluno não tem maturidade as vezes para absorver aquilo de forma funcional. Então todo o trabalho é perdido e pode ser desastroso, principalmente para o psicologico do aluno, que pensa que está arrasando é quer se mostrar, mas depois que descobre todos os problemas o cara fica no chão.
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Por isso eu sou adepto do cara estudar estudo de solista desde o começo, porém de forma gradual e evolutiva.
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Tem que aprender a fazer o planejamento de arco.
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Não adianta mandar o cara usar arco seminima todo em 80 bpm, que ele vai é lascar toda a beirada do violino, tirar um som raspado sem ponto de contato, sem som de detache legal e vai acabar é estourando uma corda por pressão excessiva na corda.
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Não adianta mandar o cara tocar semicolcheias em 100 bpm, pois ele vai é querer usar arco todo, mover o braço, vai travar o braço, desafinar tudo e tirar um som de gato miando. Antes disso é preciso o cara estudar tudo muito lento em colcheias em 40 bpm, trabalhar lições do Hans Sitt para flexibilidade do pulso, aprender a não movimentar o anti-braço, trabalhar ponto de contato com lições de dinâmicas no Laoureux, ter passado muitos staccatos, detaches, martellatos para trabalhar a mola do punho.
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Por isso eu acho que o programa ideal para músicos de igreja sejam assim, pois é uma realidade diferente da do Conservatório.
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Fora que os professores enrolam demais para ensinar muita coisa simples e básica que pode explicar de forma clara e objetiva em 5 minutos.
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O problema é os alunos não são ensinados a ser auto-suficientes, eles pensam que tudo é professor que tem que resolver, acham que o professor toca por eles. E os professores querem é fazer cópias deles, inclusive com os erros e defeitos deles. Na igreja é pior ainda, pois falta conhecimento aos instrutores, pois eles não tem formação e passam apenas o que aprenderam dentro da própria escolinha, o que acarreta é uma qualidade pior a cada dia nos ensino. Que precisaria é buscar conhecimento fora da escolinha de todas as formas possivel, não é necessariamente ir para o conservatório, mas cada um dependendo da oportunidade é aprender com tudo que tiver disponivel em mãos como o o irmão acima que fez essa pergunta está fazendo. Buscando aperfeiçoamento para ensinar a futura geração de músicos da Igreja. Pois ninguém é insubstituivel, todos tem importância, mas estamos de passagem é como ele disse, o instrutor dele foi embora e ele foi o substituto do seu instrutor. Agora ele busca conhecimento pra formar uma boa safra de musicos para que um deles possa substituir ele ou trabalhar em conjunto com ele. A obra de Deus nunca acaba.
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O importante é sempre o instrutor fazer o seu aluno superar ele em conhecimento. Assim como um dia o aluno do aluno vai supera-lo. Aumentando cada dia a qualidade da Orquestra do Senhor.
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Eu já fui instrutor da Igreja, assim como já fui aluno também, conheço bem a estrutura da escolinhas e todos os problemas e sei as soluções também.
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Eu tenho dúvidas a respeito desse exercício de Mapeamento Digital, poderia dar maiores detalhes?
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Você faz esse exercício com o violino no pescoço porém sem o arco?
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Você desce o dedo com pressão?
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Na verdade é estudo igual a técnica de antecipação dos dedos? Muito usado no Sevick e métodos como o Kayser e principalmente em escalas e cordas dobradas?


Última edição por £ëø Mø®£ix em 31/5/2017, 12:37, editado 3 vez(es)


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Re: Programa de método CCB

Mensagem  Lugh de Nassad em 24/7/2013, 00:57

Já dei aulas em igrejas meu caro! E usei o método que descrevi, sem logicamente concertos...
Ah, também comecei meus estudos de violino na CCB, conheço de cabo a rabo o que você fala: as estruturas de escolinhas e ademais...
Entendo perfeitamente essa frustração... muitos querem passar pela misericórdia, e se ainda tem alunos que estudam 15 minutos levante as mãos para o alto, pois já tive alunos que estudavam na hora de passar a lição! kkkkkkkkkkkkkk Que é o pior...
Mas também não acredito como dar carne a um bebê, pois nesse pensamento, não se coloca na pessoa o peso do que realmente ela está fazendo. Uma coisa é ser violinista e outra é ser violinista profissional e outra ser violinista de igreja!
Acredito que utilizar-se de uma crença que se coloca a fazer algo para um ser superior, deve-se ter no mínimo a decência de ser o melhor q o profissional, misericórdia só de Deus... na terra é lei do homem.... Dapi a Cézar o que é de Cézar!
No interior do pensamento do aluno religioso deve-se instituir: "O zelo pela tua obra me devora", mas não é passando a mão na cabeça do indivíduo que isso acontece. Meu número de alunos religiosos se reduziu drasticamente... mas o melhor é que muitos voltaram para completar melhor seus estudos, pois entenderam que realmente precisava mais.
Vamos as questões:
Eu tenho dúvidas a respeito desse exercício de Mapeamento Digital, poderia dar maiores detalhes?
Estamos aqui pra isso...



Você faz esse exercício com o violino no pescoço porém sem o arco? 
Exatamente, você arma o violino de forma como se toca-se, porém sem o arco, e numa única corda a princípio.

Você desce o dedo com pressão?
Logo de início você vai estar com os dedos na corda, digamos que vou começar o exercício com o dedo mindinho, levanto ele e volto com pressão controlada contando esse movimento por 10 vezes e paro o mindinho, deixo ele na corda com os demais dedos, e passo para o anelar, da mesma forma por 10 veze, dedo a dedo, após completar dedos indivíduais, faz em dupla de dedos, depois em triplo, e relaxa no final soltando em 10vezes os quatro dedos.

Na verdade é estudo igual a tecnica de antecipação dos dedos? Muito usado no Sevick e métodos como o Kayser e principalmente em escalas e cordas dobradas?
Não... um pouco mais diferente, na antecipação dos dedos você os coloca antes de ir com o arco naquela corda, fazendo com que o dedo já esteja afinado para tocar a nota q estará já para execução. O mapeamento digital não condiz com afinação, mas com pressão, o equilíbrio da pressão dos dedos na corda...
Veja, há alunos que colocam pressão demais, ficando lerdos para movimentos mais rápidos, ou com o dedo atrasado em relação ao arco, outros colocam menos pressão, fazendo com que o som seja inaudível, ou rabiscado. O mapeamento digital faz com que a pressão dos dedos se equiparem. Desta forma a síntese do 1o dedo cair mais pesado que o 4o será equilibrado, fazendo com que os dedos caiam com pressão única.
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Re: Programa de método CCB

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 24/7/2013, 01:35

Lugh de Nassad escreveu:Já dei aulas em igrejas meu caro! E usei o método que descrevi, sem logicamente concertos...
Ah, também comecei meus estudos de violino na CCB, conheço de cabo a rabo o que você fala: as estruturas de escolinhas e ademais...
Entendo perfeitamente essa frustração... muitos querem passar pela misericórdia, e se ainda tem alunos que estudam 15 minutos levante as mãos para o alto, pois já tive alunos que estudavam na hora de passar a lição! kkkkkkkkkkkkkk Que é o pior...
Mas também não acredito como dar carne a um bebê, pois nesse pensamento, não se coloca na pessoa o peso do que realmente ela está fazendo. Uma coisa é ser violinista e outra é ser violinista profissional e outra ser violinista de igreja!
Acredito que utilizar-se de uma crença que se coloca a fazer algo para um ser superior, deve-se ter no mínimo a decência de ser o melhor q o profissional, misericórdia só de Deus... na terra é lei do homem.... Dapi a Cézar o que é de Cézar!
No interior do pensamento do aluno religioso deve-se instituir: "O zelo pela tua obra me devora", mas não é passando a mão na cabeça do indivíduo que isso acontece. Meu número de alunos religiosos se reduziu drasticamente... mas o melhor é que muitos voltaram para completar melhor seus estudos, pois entenderam que realmente precisava mais.
Vamos as questões:
Eu tenho dúvidas a respeito desse exercício de Mapeamento Digital, poderia dar maiores detalhes?
Estamos aqui pra isso...



Você faz esse exercício com o violino no pescoço porém sem o arco? 
Exatamente, você arma o violino de forma como se toca-se, porém sem o arco, e numa única corda a princípio.

Você desce o dedo com pressão?
Logo de início você vai estar com os dedos na corda, digamos que vou começar o exercício com o dedo mindinho, levanto ele e volto com pressão controlada contando esse movimento por 10 vezes e paro o mindinho, deixo ele na corda com os demais dedos, e passo para o anelar, da mesma forma por 10 veze, dedo a dedo, após completar dedos indivíduais, faz em dupla de dedos, depois em triplo, e relaxa no final soltando em 10vezes os quatro dedos.

Na verdade é estudo igual a tecnica de antecipação dos dedos? Muito usado no Sevick e métodos como o Kayser e principalmente em escalas e cordas dobradas?
Não... um pouco mais diferente, na antecipação dos dedos você os coloca antes de ir com o arco naquela corda, fazendo com que o dedo já esteja afinado para tocar a nota q estará já para execução. O mapeamento digital não condiz com afinação, mas com pressão, o equilíbrio da pressão dos dedos na corda...
Veja, há alunos que colocam pressão demais, ficando lerdos para movimentos mais rápidos, ou com o dedo atrasado em relação ao arco, outros colocam menos pressão, fazendo com que o som seja inaudível, ou rabiscado. O mapeamento digital faz com que a pressão dos dedos se equiparem. Desta forma a síntese do 1o dedo cair mais pesado que o 4o será equilibrado, fazendo com que os dedos caiam com pressão única.

Bom, eu creio que foi mal interpretado o que eu disse. Na verdade quando eu disse dar carne a um bebê, referencia é exatamente a dar uma tecnica avançada no momento oportuno, quando se tem experiencia necessária para aplicação da tecnica aperfeiçoada, o preparo suficiente para incorporação e digestão da tecnica avançada de modo que ela seja funcional e não algo impossivel aos olhos de um aluno da Igreja.
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Eu creio que o relaxo do professor em passar a mão na cabeça do aluno, nada tem haver com progressão imposta de forma inteligente ao estudo de cada aluno em particular, respeitando suas pecularidades. Não estamos no quartel. O professor não pode ser um ditador impondo regras. Isso é querer fazer o aluno o clone do professor, um ser sem pensamentos e vontades, sendo robozinho do professor com os mesmo erros e defeitos.
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Eu te pergunto o que é verdade?A verdade é muito relativa, o que pode ser verdade para o professor, as vezes não é para o aluno. Assim como cada professor tem sua verdade. Então quem estuda não é professor e sim o aluno, quem vai tocar não é o professor, mas sim o aluno. Tem que deixar ele autosuficiente. O problema é que maioria dos instrutores e professores tem medo é justamente do que o aluno fique bom o suficiente e sejam melhores do que seu instrutor e professor. Nisso os instrutores alem de não ter o conhecimento necessario para transmitir aos alunos ainda erram ao não passar tudo que sabem. Acho que não é por ai. A excelencia do estudo do violinista na Igreja não é ser um Paganini, mas sim dar o melhor de si e fazer exatamente a função que lhe é confiada. Não é questão ser duro ou passar a mão na cabeça, mas dentro de si em particular em cada consciencia aprender a compreender o que é o melhor de si e qual a função dele no meio da orquestra.
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Eu particularmente, conversava demais com o aluno, não apenas no lado tecnico da coisa, mas também psicologico. Não só tocar as lições igual um robozinho, mas aflorar a musicalidade de cada um, trabalhando ele para ser um aluno que raciciona, desperto a curiosidade e trabalho a questão do desafio do professor ao aluno. Ele pode até desistir de tocar violino, porém eu não desisto do aluno. Vou falar duro, mas também vou ser compreensivo. Tenho que trabalhar ele como um ser humano e fazer que ele tenha esse gene que o diferencia de um macaco, faz ele ter consciencia. Forma uma relação não dependencia, mas sim uma relação de aprendizado junto comigo.
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É igual o estudo do saltellato ligeiro. Você é capaz de ensinar o aluno da Igreja que não estuda todo os dias, só de vez enquanto uns 15 minutos isso logo de cara? Nem milagre faz o aluno aprender a spicato, saltelato, muito menos o saltellato ligeiro. Antes disso é necessário tratar o aluno com leite, fazer ele aprender o staccato corretamente, aprendendo o movimento do pulso. Mas ao aprender o staccato é necessario fazer o martellato (Tenuto)  para relaxar o braço, dando sensabilidade necessaria para logo em seguida começa a trabalhar o saltellato aqui o aluno já começa a comer legumes e posteriormente o saltellato ligeiro, agora já começa a comer carne. 
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São estudos de preparação. Por isso que eu te falo, na Igreja também penso que devemos oferecer o melhor para Deus, o nosso melhor. Porém cada pessoa tem um limite. Tem alunos que começa a estudar na Igreja com 40 anos. Você vai ser duro com um aluno de 40 anos? Vai exigir dele o mesmo que exige de um aluno que tem 15 anos?
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Isso não quer dizer que você vai dar mole, porém o tratamento tem pesos diferentes. Se não entender isso, não vai conseguir é resultado algum.
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Você não pode botar um peso desnecessario nas costas de alguém que não suporta. É preciso ter inteligencia, psicologia pra envolver o aluno e despertar o gosto pelo estudo, disciplina. Estudar violino não é ditatura militar, é um brincadeira. O cara que não toca brincando. Ele não é violinista. Pode ser tudo, porem não esquecemos que o violino é música.
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Música é arte, ciencia e tecnica! E a prima mais mais nova da música é matematica. Porém música não é matematica, não é uma ciencia exata. A ciencia para ser ciencia tem que ser discutida e não imposta. A tecnica tende a matar a arte, porem a arte não sobrevive sem a tecnica!
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Por isso eu falo, cada aluno tem que ser tratado de forma inteligencia, levando em consideração o seu talento natural, tempo disponivel para estudar, objetividade.
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Não tem como um irmão pobre que trabalha o dia todo para ganhar o seu pão, estudar como um sujeito que é bancado pelos pais, não faz nada além de estudar violino o dia todo. Eu não posso exigir de pessoa assim como vou exigir de quem tem condições de ser exigido. Porém não quer dizer que não vou me dedicar para que os dois tenham um estudo produtivo. Vou fazer o maximo pelos dois, porém o tratamento para eles evoluam não pode ser o mesmo.
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Bem interesse esse Mapeamento Digital amigo. Vou trabalhar isso. Você pega como base a forma de mão em G maior? Ou faz isso em várias tonalidades?


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