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Violino Acústico x Violino Elétrico

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Violino Acústico x Violino Elétrico

Mensagem  £ëø Mø®£ix em 17/2/2010, 01:26

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>>> Violino Acústico x Violino Elétrico <<<

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> Violino Acústico x Violino Elétrico <
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O Violino Elétrico sempre foi visto com muitas ressalvas pelos violinistas mais tradicionais, muitos dizem que este instrumento nunca substituirá o tradicional, outros que tem feia sonoridade, etc. Bem, vou tentar levar um pouco “luz” para essa questão do Violino Elétrico.
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Existem varias marcas e modelos de violino elétrico, a maioria importada... más existem também os nacionais, um exemplo é o Straus que tem o valor de + - 700 reais e um som de qualidade. Muitos dizem que violino elétrico tem sonoridade ruim... más se atentando a fatos e pesquisas, é sabido que no mundo dos violinos acústicos (tradicionais) como nos dos elétricos, existem “violinos e violinos”.....
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Existem muitos violinos elétricos com uma sonoridade de qualidade, quem diz que violino elétrico tem sonoridade ruim com certeza nunca tocou violinos elétricos de qualidade (por exemplo, um violino acústico de aprendizado também tende a ter uma sonoridade não muito boa, a vantagem é que este tipo de instrumento pode ser mexido por um luthier para se melhorar sua qualidade sonora, já no elétrico isso se torna mais complicado – teria que se partir para um modelo mais caro).
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Pela gama de preço dos violinos elétricos (R$ 700,00 até R$ 20.000,00), percebe-se que não é conveniente generalizar em virtude dos exemplos mais comuns encontrados. O que importa é a qualidade do violino (e a “qualidade” do violinista que toca), se for de marca boa, à sonoridade será muito boa, e ainda pode se aplicar vários recursos como equalizador, pedaleiras de efeito etc. No que se refere à parte fisicamente do instrumento, percebe-se nos exemplos acima que o violino elétrico não tem o corpo para o som ecoar (caixa acústica).
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Um colega meu (que toca baixo), disse certa vez que quando inventaram o baixo elétrico, muitos baixistas tradicionalistas torceram o nariz para o mesmo e preferiram o acústico. Más ele fala que hoje o baixo elétrico tem “personalidade”.
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Segundo ele, tudo depende do uso, ou seja, do tipo de musica (cada música é uma música). Ele me deu o exemplo da musica “Sunday Bloody Sunday” do U2 ou “Baba O'Riley” do The Who, que se ouvindo essas duas canções da para entender seu ponto de vista.
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Ele me disse que o baixo elétrico funciona para um tipo de música, como o rock ou o jazz moderno, assim como o baixo acústico para outras. Colocações dele num e-mail: “Tente tocar um estilo desses que eu citei com baixo acústico e depois com o elétrico e você vai ver! E vice-versa com música clássica, por exemplo! Cada um funciona pra determinados estilos. Assim como o violino – resumindo – existe o mais adequado pra cada situação. Más a tendência é essas distâncias diminuírem com o avançar da tecnologia”.
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Os professores da minha escola dizem que o problema desse “conflito”, é o fato de muitos tentarem analisar o violino elétrico com base no violino erudito (acústico). Segundo eles, é impossível comparar, más se o objetivo é tocar música erudita, é recomendado ter um violino acústico ainda – nos outros estilos você pode usar o violino elétrico (e o acústico também, más isso vai do gosto de cada um).
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Afinal de contas, o que faz o violino elétrico? Bem, graças à tecnologia embarcada, este instrumento pode simular efeitos acústicos e funciona como playback, tem uma saída para fones de ouvido que isola o som apenas para o usuário. O da Yamaha, batizado de Silent Eletric Violin (um lançamento pioneiro), trabalha com um processador que reproduz o som e o envia pelos fones de ouvido. O programa tem memória para 50 diferentes unidades de som.
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Meu professor disse que na opinião dele (gosto pessoal), o melhor violinista do mundo que usa o violino elétrico é Jean Luc Ponty. Comentou comigo que depois de ouvir o som dele, da para entender que existe uma diferença entre o violino elétrico e o acústico, não que um seja melhor que o outro, mas são instrumentos que possuem diferenças. O problema, segundo ele, é que muitos procuram tocar o violino elétrico, más não sabem como devem fazer o som soar com qualidade.
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>>> Jean-Luc Ponty (29 de setembro de 1942, Avranches): <<<
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É um músico, violinista e compositor francês de jazz. Estudou como violinista clássico profissional no Conservatoire National Supérieur de Musique de Paris. Sua atração pelo jazz é devida às músicas de Miles Davis e de John Coltrane.
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Trabalhou com Stephane Grappelli a Mahavishu Orchestra de John McLaughlin a Frank Zappa, e publicou diversos discos nos anos 70, 80 e 90. Ponty foi pioneiro na utilização de um violino elétrico a 5 cordas, equipado de 1 corda baixa afinada em Dó. Utilizou também um violino elétrico a 6 cordas chamado Violectra, com baixos em Dó e em Fá”.
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Meu professor tem os dois, um acústico de 150 anos (italiano), e um elétrico que prefere usar em casamentos (apesar de usar o acústico também, só que mais raramente). Falou comigo que muitos violinistas tem preconceitos com o que é “novo”, que não existe isso de um querer substituir o outro – ambos são instrumentos poderosos (dentro de suas características) e são boas ferramentas para os violinistas.
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O problema, segundo ele, é que se faz necessário o surgimento de mais violinistas dispostos a experimentar novas sonoridades, e encontrar um caminho mais certo para esse instrumento, assim como a guitarra achou o seu caminho (comparando ao violão). Mas que não da para se iludir, tentar tocar violino elétrico sem o domínio da técnica tradicional (dada ao acústico) é impossível.
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Para reforçar essa idéia do meu professor, nos dias 15 e 16 de janeiro o violinista norte-americano Tracy Silverman e o percussionista brasileiro Caíto Marcondes se apresentaram com a Orquestra Sinfônica do Paraná no Auditório Bento Munhoz da Rocha Netto. O concerto, sob a regência de Alessandro Sangiorgi, foi uma fusão do som erudito com o popular, misturado ao eletrônico. Na primeira parte a orquestra tocou Sinfonia N.º 2, O Uirapuru, de Camargo Guarnieri; e a primeira audição mundial de Trilogia, de Jaime Zenamon.
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Embora isso possa parecer um “sacrilégio” para os violinistas mais “conservadores”, a verdade é que a tecnologia não para – está sempre avançado – se antes, os primeiros violinos elétricos deixavam a desejar, hoje ele estão aos poucos adquirindo mais presença no cenário musical.
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O fato deste violino ter participado de um concerto com a Orquestra Sinfônica do Paraná, prova que mais e mais o violino elétrico está conquistando o respeito e presença (espaço) em lugares onde antes o violino acústico dominava completamente.
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Como meu professor disse, não se trata de um substituir o outro...um acústico sempre será um acústico – um violino de luthier sempre será um violino de luthier – um violino antigo sempre será um violino antigo...um Stradivarius sempre será um Stradivarius...; trata-se do violinista ter mais opções de realizar trabalhos belos e com o suporte da tecnologia embarcada (os mais modernos – e caros – gravam as musicas tocadas pelo violinista, fazem acompanhamentos, memorizam até 50 tipos de sons, etc).
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No Brasil, apesar da Família Lima já ter usado alguns violinos elétricos em suas apresentações, nosso maior representante é o violinista Marcus Viana, além de ter lançado vários cd’s só com este instrumento, presta serviço para Rede Globo utilizando o belo e diferente som do violino elétrico na participação sonora de novelas e mini séries.
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http://www.sonhosesons.com.br/marcus.htm
Para concluir...risos, já existe até o “Jimi Hendrix” do violino elétrico (José Deninzon)...risos.
http://www.elo.com.br/pagina.php?dst=colunas&id=1558
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>>> Violino Yamaha Silent Elétric: <<<

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> Poderoso processador Yamaha que permite o armazenamento de 50 tipos de vozes.
> Sensores piezo-eléctricos duplos
Situados debaixo do cavalete, proporcionam uma maior gama dinâmica.
> Dois modos de equalização
Um poderoso equalizador de simples funcionamento proporciona um som realçado ou um sinal limpo.
> Conector jack de saída incorporado
A nova posição do conector jack de saída situa o cabo detrás do intérprete.
> Pré-amplificador com qualidade de estúdio
O pré-amplificador incorporado está virtualmente livre de ruído para gravações ou amplificação.
> Novo desenho para o suporte de ombro
Um novo desenho permite a utilização de suportes de ombro standard.
> Execução acústica
O braço proporciona a mesma sensação que qualquer instrumento acústico.
> Cores
Disponível em preto, castanho, encarnado e azul oceano.
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>>> Violino Yamaha Silent Elétric de 5 cordas (próprio para rock, pop, jazz e new age): <<<

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> Poderoso processador Yamaha que permite o armazenamento de 50 tipos de vozes.
> Revolucionário sistema de sensores
Os sensores situados debaixo de cada corda captam a ressonância em três dimensões, proporcionando um tom maravilhoso.
> Misturador incorporado
Controlo de nível para cada corda e geral (master).
> Conector de auscultadores
A tecnologia Silent Pratice™ criada pela Yamaha permite monitorizar o instrumento sobre o cenário de forma “in-ear”.
> Desenho de corpo sólido
O corpo/laterais e a caixa de ressonância entalhados em bordo sólido proporcionam uma ressonância tipo 'acústico'.
> Tecnologia de guitarra eléctrica
Todo o violino dispõe dos isolamentos eléctricos (massas) necessários para evitar interferências.
> Volutas com engrenagem
Estas volutas proporcionam uma afinação rápida e precisa.
> Cores
Disponível em castanho âmbar (amber brown), azul cósmico (cosmic blue) e encarnado pérola (pearl red).
> Corda 'C' personalizada
A quinta corda, 'C', está feita na medida do comprimento do violino, equiparando o equilíbrio tonal e a tensão.
> Corpo: Bordo sólido entalhado
> Caixa de ressonância: Bordo sólido entalhado
> Sensores: Quatro sensores independentes (um por corda)
> Controles: Quatro controles de nível independentes e um geral (master)
> Saídas: Saída de linha 1/4"; auscultadores mini
Alimentação: Uma pilha de 9 volt.
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>>> Viola Yamaha Silent Elétric: <<<

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> Poderoso processador Yamaha que permite o armazenamento de 50 tipos de vozes.
> Pickups piezo-eléctricos duplos
Situadas debaixo do cavalete, proporcionam uma maior gama dinâmica.
> Dois modos de equalização
Um equalizador de simples funcionamento proporciona um som realçado ou um sinal limpo.
> Conector jack de saída incorporado
A nova posição do conector jack de saída situa o cabo detrás do intérprete.
> Pré-amplificador com qualidade de estúdio
O pré-amplificador incorporado está virtualmente livre de ruído para gravações ou amplificação.
> Novo desenho para o suporte de ombro
Um novo desenho permite a utilização de suportes de ombro standard.
> Características acústicas
O SVV-200 tem o estandarte e o descanso de queixo de ébano.
> Execução acústica
O braço proporciona a mesma sensação que qualquer instrumento acústico.
> Cores
Disponível em preto, castanho, vermelho e azul oceano.
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>>> Violoncello Yamaha Silent Elétric: <<<

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O violoncelo Silent Elétric proporciona aos violoncelistas a oportunidade de tocar no profundo ambiente acústico de uma sala de concerto sem estar ali. Esta experiência maravilhosa é o resultado de um chip especial criado pela Yamaha. Este chip coloca o tom profundo e cheio do violoncelo Silent Elétric no ambiente virtual de um auditório, dando a autêntica impressão de que se está a tocar num cenário.
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Consultas exaustivas com violoncelistas levaram ao desenvolvimento de dois desenhos de caixa únicos que oferecem a suavidade e a sensação natural dos instrumentos acústicos. As suas características 'silenciosas' mantêm o som acústico no mínimo, permitindo praticar em horas e em lugares que eram impensáveis até agora. O SVC-200 oferece funções simples de utilizar e uma grande capacidade de interpretação que se adapta a estilos e técnicas individuais. Para averiguar o que o violoncelo Silent Elétric pode realmente fazer por si, visite o distribuidor da Yamaha e experimente um.
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> Tamanho compacto
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O modelo compacto SVC-200 oferece o máximo em termos de portabilidade. Os apoios rebatíveis, os suportes de peito, braços e as cravelhas da cabeça extraíveis, fazem com que o SVC-200 seja mais fino e de dimensões mais compactas que facilita o seu transporte. Quando está dobrado, todo o instrumento cabe num saco flexível de 1,310mm x 220mm x 240mm (51-9/16" x 8-11/16" x 9-7/16"), razão pela qual é enormemente simples de levar e transportar. A montagem é rápida e simples, com dispositivos grandes que unem ou fixam rapidamente os suportes. Na sua configuração de actuação, o instrumento proporciona ao intérprete uma sensação totalmente natural e um apoio excelente.
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> Tamanho compacto <
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O modelo compacto SVC-200 oferece o máximo em termos de portabilidade. Os apoios rebatíveis, os suportes de peito, braços e as cravelhas da cabeça extraíveis, fazem com que o SVC-200 seja mais fino e de dimensões mais compactas que facilita o seu transporte. Quando está dobrado, todo o instrumento cabe num saco flexível de 1,310mm x 220mm x 240mm (51-9/16" x 8-11/16" x 9-7/16"), razão pela qual é enormemente simples de levar e transportar. A montagem é rápida e simples, com dispositivos grandes que unem ou fixam rapidamente os suportes. Na sua configuração de actuação, o instrumento proporciona ao intérprete uma sensação totalmente natural e um apoio excelente.
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> Som cheio e poderoso com espaçosa reverberação <
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O som é o que o torna um instrumento especial. O SVC-200 possui um tom caloroso e com muito corpo, com as características e subtilezas tímbricas de um violoncelo acústico. O que é único, é a sua capacidade de levar o som ao ambiente acústico profundo de salas de concerto sem nenhum equipamento de processamento externo. Um chip especialmente desenhado pela Yamaha ressalta digitalmente o som do violoncelo Silent Elétric com reverberação. Só é preciso selecionar a regulação de Large Hall, Medium Hall ou Room (Sala grande, média ou quarto) para ouvir a “si mesmo” em ambientes diferentes.
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> Pratique com CD. Conecte-se a um equipamento de amplificação <
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Para além da secção de reverberação do SVC-200, o instrumento também está equipado com conectores de entrada auxiliar, de saída de linha e de auscultadores. Conecte um reprodutor de CD, MD ou um reprodutor de cassetes à entrada auxiliar e poderá tocar em uníssono com as suas gravações favoritas.
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Esta é uma função extremamente útil durante as sessões de prática. Se conectar a saída a um sistema de amplificação ou a um sistema de áudio externo, poderá actuar ao vivo.
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Para além da secção de reverberação do SVC-200, o instrumento também está equipado com conectores de entrada auxiliar, de saída de linha e de auscultadores. Conecte um reprodutor de CD, MD ou um reprodutor de cassetes à entrada auxiliar e poderá tocar em uníssono com as suas gravações favoritas.
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Esta é uma função extremamente útil durante as sessões de prática. Se conectar a saída a um sistema de amplificação ou a um sistema de áudio externo, poderá actuar ao vivo.
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O corpo de tamanho completo do SVC-200 é simples de segurar e facilita a interpretação. O suporte de peito, quando se utiliza durante uma actuação, oferece a sensação e a ressonância naturais de um violoncelo acústico. Quatro cravelhas de regulação fina (uma por corda) fazem com que a afinação resulte simples e precisa. O controle de volume auxiliar proporciona um controlo de volume independente da fonte de áudio externa. O SVC-200 funciona com duas pilhas tamanho SUM-3 (AA) ou adaptador de corrente opcional PA-3B.
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>>> Contra Baixo Yamaha Silent Elétric: <<<
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Com a adição do novo SLB200, a série de Contrabaixos Silent da Yamaha oferece agora aos contrabaixistas a possibilidade de escolha de dois instrumentos, ambos apresentando sistemas de corpo e pickup, concebidos com vista a obter o melhor som de cada instrumento.
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O SLB200 é um contrabaixo orientado para o desempenho com um corpo compacto que faz com que o transporte para um concerto seja muito suave. A utilização de um design recentemente desenvolvido de corpo oco e um novo sistema pickup montado internamente permite o tom pizzicato que é um tom sólido, rico e real e adapta-se naturalmente na definição da música jazz ou pop.
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A simplicidade do Plug and Play da eletrônica embarcada e uma estrutura desmontável dá ao instrumento uma sensação e uma facilidade de utilização muito próxima da realidade. O tom extraordinário do SLB200 pode comandar uma vasta gama de estilos musicais mas os contrabaixistas clássicos podem apreciar as suas características silenciosas que permitem o intérprete praticar silenciosamente enquanto aprecia o tom cheio através dos fones de ouvido.
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Para saber o que os Contrabaixos da Yamaha têm para oferecer, vá até um agente autorizado da Yamaha. Verá logo porque seria uma vergonha mantê-lo calado.
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> Uma portabilidade extraordinária <
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O SLB100 e o SLB200 apresentam estruturas desmontáveis que proporcionam um suporte e um conforto excelente ao tocar o instrumento. As estruturas removem-se facilmente de modo a aumentar a portabilidade do instrumento. O SLB200 foi concebido com vista a permitir que todo o instrumento se desmonte e caiba numa caixa compacta que pode ser transportada confortavelmente com a fita ao ombro.
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> Controles <
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Os controles do volume, tonalidade, triple e de baixo no SBL200 proporcionam um controle preciso no som do instrumento durante a operação de Plug and Play da eletrônica activa, sem a necessidade de uma pré-amplificação externa.
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> Suportes opcionais <
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Estão disponíveis um suporte de joelho e uma extensão da estrutura com vista a proporcionar um conforto maior e apoiar enquanto toca o instrumento. Também está disponível um suporte de joelho para o SBL100.

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